Corveta Ipiranga

Data: 1983

GPS:

Localização: Proximidades da Ponta da Sapata – Ilha de Fernando de Noronha

Profundidade (m): 45 – 64

Visibilidade (m): 40 – 50

Motivo: Bateu no costão da ilha

Estado: Inteiro

Carga: Material bélico

Tipo: Corveta

Nacionalidade: Brasil

Dimensões (m): 55.72 / 9.55 / 3.6

Deslocamento (t): 911 ton (padrão), 1.025 ton (carregado).

Armador: Marinha do Brasil

Estaleiro

Propulsão: 2 motores diesel Sulzer 6TD36 de 6 cilindros e 1.080 bhp cada, acoplados diretamente a 2 eixos com hélices de passo fixo.

Fabricação: 17/10/1953

Notas:

A Corveta Ipiranga – V 17, foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, ao riacho histórico de São Paulo. As Corvetas classe Imperial Marinheiro foram idealizadas e mandadas construir pelo Almirante Renato de Almeida Guillobel, em sua gestão a frente do Ministério da Marinha.

Foi construída pelo estaleiro C.C. Sheepsbower & Gashonder Bedriff Jonker & Stans, em Rotterdam, Holanda. Teve sua quilha batida em 17 de outubro de 1953, foi lançada ao mar em 26 de junho de 1954 e foi incorporada em 6 de janeiro de 1955. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Ediguche Gomes Carneiro.

As Corvetas classe Imperial Marinheiro, foram originalmente concebidas, como navio guarda-costas, rebocador, mineiro e varredor. Já nos anos noventa, as unidades remanescentes mantinham apenas as características de unidade de patrulha (guarda-costas) e salvamento (rebocador).

Seus trilhos para lançamentos de minas e paravanas de varredura não existem mais a bordo. Atualmente a maior restrição das Corvetas nas missões de patrulha é a sua baixa velocidade em relação às velocidades atuais dos navios mercantes. A Corveta tem uma velocidade máxima mantida de apenas 12 nós.

1963

Realizou comissão nos penedos de São Pedro e São Paulo.

1966

Em setembro, rebocou o navio Faroleiro Santana – H 28, que havia sofrido avaria do motor próximo ao farol da Ponta do Mel, de Macau-RN para Recife-PE.

1968

Em 15 de dezembro, sob o comando do Capitão de Corveta Heitor Alves Barreira Júnior, partiu de Recife para realizar comissão nos penedos de São Pedro e São Paulo. Nessa comissão foi montada a estação da qual foi realizada a primeira transmissão de rádio amador.

1980

No segundo trimestre, foi colocada como navio de prontidão permanente do SALVAMAR na área do 3º Distrito Naval.

1982

Participou da Operação “COSTEIREX-NORDESTE 82” realizada ao longo do litoral de Alagoas e no porto de Maceió. Também tomaram parte na operação, as Corvetas Purus e Forte de Coimbra, os NaPaCo Poti e Pirajá, e os navios Aratu, Araçatuba e Anhatomirim, além de tropas dos Grupamentos de Fuzileiros Navais de Salvador-BA e Natal-RN, helicópteros da Força Aeronaval (ForAerNav) e membros do Grupo de Mergulhadores de Combate (GruMec), num total de aproximadamente 600 homens. Foi o “Navio Socorro Distrital” do 3º Distrito Naval.

1983

Em outubro, naufragou, durante uma comissão em Fernando de Noronha

Fonte: Navios de Guerra Brasileiros

Imagens:

 

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