Alvarenga
(ou Pontão) |
Os dois nomes podem se referir à uma plataforma
flutuante sem propulsão. |
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| Batelão |
São embarcações robustas, construídas em madeira ou em aço com fundo chato, empregadas para desembarque ou transbordo de carga nos portos. |
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| Barca |
No século XX, este termo é utilizado para classificar
embarcações de convés chato e propulsão à máquinas.
No passado,
pode ter sido usado para designar embarcação à vela com três
mastros.
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| Barcaça |
Barco motorizado com convés amplo e pouco casario.
Também
é classificado como barcaça, um barco à vela utilizado
largamente no transporte de passageiros e sal entre os estados do Nordeste
e região Sudeste.
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| Bergantim |
Pequeno veleiro utilizado nos séculos XVIII e XIX,
principalmente para o comércio e transporte em rotas pequenas. Possuía
dois mastros e gurupés.
Com a necessidade de navios maiores, no final do
século XVIII, surgiram Bergatins com três mastros.
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| Brigue |
Veleiro de dois mastros e gurupés, muito utilizado no
comércio.
Também era utilizado como embarcação armada, podendo carregar
até vinte canhões.
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| Caravela |
A partir do século XV, foi o navio preferido entre os
exploradores espanhóis e portugueses. As primeiras caravelas eram pequenas,
pesando em média entre 35 e 90 toneladas, podendo-se chegar à 180 toneladas na sua maior
versão.
Utilizava três mastros, tinha
casco arrendondado e popa alta. Por volta de 1575, foram substituídas
gradualmente por Naus e Patachos.
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| Cargueiro |
Navio utilizado no transporte de carga variada, podendo possuir de um a quatro porões, localizados à proa e popa da embarcação.
Nos cargueiros mais novos, como o Victory
8B, os porões se situam da proa à meia-nau. |

Mara Hope |
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| Chata |
Barco de serviço, utilizado em águas tranquilas por ter pouca
navegabilidade, podendo ou não ser motorizado. |
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| Clíper |
Muito utilizado no século XIX em longas rotas de
comércio. Navios longos e com mastros muito altos, tendo sido seus
representantes mais famosos os Tea Clippers ingleses.
Foram substituídos por navios à vapor
no final do século XIX.
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Black
Adder |
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| Corveta |
Desenvolvido por volta de 1800 como navio de escolta leve,
carregava cerca de vinte canhões. Eram construídos em cima das
características das Fragatas.
Algumas Corvetas espanholas as vezes
transportavam tesouros.
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Ipiranga |
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| Cúter |
Muito utilizado pela Guarda Costeira Americana no
serviço de patrulha, por se tratar de embarcação rápida e de fácil
manobra.
Apareceu no século XVII, sendo um veleiro de pequeno porte e com
só um mastro.
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USS Duane |
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| Draga |
Tipo de embarcação própria para retirar material e sedimentos do fundo de rios, lagos, mares e especialmente no aprofundamento de canais.
Iate Navio à vela, de mastreação constituída de gurupés e 2 (dois) mastros, em geral inteiriços, com velas latinas quadrangulares e gafefetopes. Embarcação a vela ou a motor destinada a recreio ou regata. Embarcação luxuosa, para transporte de pessoas em recreio. |
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| Encouraçado |
Possuía as maiores armas e os mais resistentes cascos, o
que possibilitava maior poder de fogo e resistência ao ataque inimigo.
Devido as suas características, era um navio lento, podendo
chegar a 70.000 toneladas.
Após as duas grandes guerras onde exercera enorme influência,
foi gradualmente substituído pelo Porta Aviões como
principal item da frota.
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Aquidaba |
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| Escuna |
Introduzida no começo do século XVIII, com diversas funções
e utilizadas até hoje.
É um pequeno veleiro de casco de madeira com dois
mastros e dotados de motorização.
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| Fragata |
Navio de guerra ágil e de fácil manobra. Seu desenvolvimento
iniciou no fim do século XVI e tornou-se popular na metade do séculoXVII.
Variava de tamanho entre 900 à 1700 toneladas, transportando de 36 a 72 canhões.
A partir de 1700, foi
utilizado no transporte de grandes cargas de tesouro (ex : HMS
Thetys em Arraial do Cabo).
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| Galeão |
Idêntico em construção à Nau, a única diferença está em ser ou não
armados. Possuiam de três a quatro mastros e não atingiam
grandes velocidades.
Em alguns casos, eram proibidos de carregarem carga com
exceção à tesouros registrados. Eram também utilizados como escolta
para as Naus.
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| Galera |
Combinava propulsão à vela com remos e foi utilizada por
volta de 1450 A.C. |
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| Iate |
Navio a vela, de mastreação constituída de gurupés e 2 (dois) mastros, em geral inteiriços, com velas latinas quadrangulares e gafefetopes.
Embarcação a vela ou a motor destinada a recreio ou regata. Embarcação luxuosa, para transporte de pessoas em recreio. |
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| Lancha |
Embarcação de pequeno porte de propulsão a motor usada para navegação costeira de recreio, ou no transporte de pessoas e/ou objetos e para outros serviços dentro dos portos. A maior das embarcações miúdas empregadas em serviços a bordo dos grandes navios, usada para transportar objetos e pessoal do navio para o porto e vice-versa, espiar os ferros e outras atividades. Qualquer embarcação miúda com propulsão
à motor. |
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| Lúgar |
Antigo barco de pesca costeira movido por velas de casco de madeira. A configuração de suas velas era
realizada de acordo com a regionalidade. |
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| Nau |
Navio à vela desenvolvido no século XVI. Variava de tamanho
entre 300 à 600 toneladas. Era utilizado como transporte, tendo pouca ou nenhuma
peça de artilharia.
Adicionando armamento, podia ser classificado como
Galeão.
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| Navio de
Desembarque |
Tipo de embarcação largamente utilizada durante a segunda guerra. Possuia cabine de comando na popa e toda a extensão do navio ficava destinada ao transporte de tropas e tanques. De pouco calado, conseguia navegar em locais de baixissima profundidade até aportar em praias, onde as portas que se situavam à proa eram abertas e a tropa ou os tanques desembarcavam. Após o fim do conflito várias destas embarcações foram vendidas para uso no serviço civil. O naufrágio Rio Anil, afundado em Cabo Frio, é um exemplo deste tipo de navio. |

Rio Anil |
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| Palhabote |
Era utilizado no transporte de mercadorias na navegação
de cabotagem.
Pequena embarcação de dois mastros.
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| Paquete |
Costuma designar navios que faziam rotas regulares entre portos,
carregando correspondência e mercadorias. Em algumas ocasiões,
também transportavam passageiros. Evoluiu do veleiro ao navio à vapor,
chegando atingir 150 metros de comprimento.
Em alguns casos, possuía
duas formas de propulsão: hélice e vela. Foi
utilizado até o início do século XX.
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Buenos
Aires |
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| Patacho |
Variava de tamanho entre 40 e 100 toneladas.
Eram utilizados de
diversas maneiras: transporte de pequenas cargas, reconhecimento, etc.
Começou à ser utilizado no fim do século XVI e possuía
dois mastros.
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| Pesqueiro |
Embarcação de pequenas dimensões.
Normalmente de casco de madeira, utilizada em pescas costeiras. |
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| Pesqueiro
de Alto Mar |
Navio equipado com equipamentos adequados para uma pesca mais longa e industrial. |
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Pontão
(ou Alvarenga) |
Os dois nomes podem se referir à uma plataforma
flutuante sem propulsão. |
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| Rebocador |
Equipado com motor muito potente, é utilizado para dar
assistência à navios em dificuldades, guiar e auxiliar na atracagem.
São construídos em vários tamanhos.
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DNOG |
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| Saveiro |
Originário da região nordeste do Brasil, possui casco de madeira e dois
mastros. Similar à Escuna. |
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Submarino
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Conhecidos como a "Arma Oculta", os submarinos
foram largamente utilizados durante as duas guerras mundiais.
Os submarinos
alemães foram responsáveis por um grande número de perdas dos navios
aliados e por este motivo foram caçados em todos os mares.
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U-128 |
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| Sumaca |
De origem holandesa, foi bastante utilizada entre os seculos 16 e 17 na costa norte da Alemanha e nos Mares Bálticos. Seu desenho espalhou-se por outros países, adquirindo características específicas. Embarcação de uma vela, podia carregar de 20
a 100 toneladas de carga. |
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| Transatlântico |
Navio luxuoso, de grande dimensão, destinado ao transporte de carga e passageiros.
No fim do século 19 e inicio do século 20 também era responsável pelo transporte de mala postal. Encontrado em diversos tamanhos e tipo de motorização. |

Principessa Mafalda |
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| Vapor |
Classificação genérica de navio com motorização movida à vapor. Pode ter casco de madeira, os mais antigos, ou metálicos. A motorização à vapor possui uma diversidade muito grande de tipos, sendo os mais comuns os Oscillating Engine, Double Expansion e Triple Expansion Engine. São os principais tipos de naufrágios encontrados em nosso litoral. |
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| Vapor de Rodas |
Primeiro tipo de navio à vapor, sua propulsão era feita através de rodas de pás, localizadas em ambos os bordos do navio: bombordo e boreste à meia
nau.
Também eram equipados com velas devido à falta de confiança nas máquinas e dificuldade em se conseguir carvão para alimentar as caldeiras. |

Pirapama |
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| Veleiro |
Nome utilizado para designar, de forma geral, navios dotados de propulsão à vela. |
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