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Descrição dos Tipos de Embarcações (Por: Rodrigo Coluccini)

Alvarenga
(ou Pontão)
Os dois nomes podem se referir à uma plataforma flutuante sem propulsão.
 
Batelão São embarcações robustas, construídas em madeira ou em aço com fundo chato, empregadas para desembarque ou transbordo de carga nos portos.
 
Barca No século XX, este termo é utilizado para classificar embarcações de convés chato e propulsão à máquinas.

No passado, pode ter sido usado para designar embarcação à vela com três mastros.

 
Barcaça Barco motorizado com convés amplo e pouco casario.

Também é classificado como barcaça, um barco à vela utilizado largamente no transporte de passageiros e sal entre os estados do Nordeste e região Sudeste.

  
Bergantim Pequeno veleiro utilizado nos séculos XVIII e XIX, principalmente para o comércio e transporte em rotas pequenas. Possuía dois mastros e gurupés.

Com a necessidade de navios maiores, no final do século XVIII, surgiram Bergatins com três mastros.

 
Brigue Veleiro de dois mastros e gurupés, muito utilizado no comércio.

Também era utilizado como embarcação armada, podendo carregar até vinte canhões.

 
Caravela A partir do século XV, foi o navio preferido entre os exploradores espanhóis e portugueses. As primeiras caravelas eram pequenas, pesando em média entre 35 e 90 toneladas, podendo-se chegar à 180 toneladas na sua maior versão.

Utilizava três mastros, tinha casco arrendondado e popa alta. Por volta de 1575, foram substituídas gradualmente por Naus e Patachos.

 
Cargueiro Navio utilizado no transporte de carga variada, podendo possuir de um a quatro porões, localizados à proa e popa da embarcação.

Nos cargueiros mais novos, como o Victory 8B, os porões se situam da proa à meia-nau.


Mara Hope
 
Chata Barco de serviço, utilizado em águas tranquilas por ter pouca navegabilidade, podendo ou não ser motorizado.
 
Clíper Muito utilizado no século XIX em longas rotas de comércio. Navios longos e com mastros muito altos, tendo sido seus representantes mais famosos os Tea Clippers ingleses.

Foram substituídos por navios à vapor no final do século XIX.


Black Adder
 
Corveta Desenvolvido por volta de 1800 como navio de escolta leve, carregava cerca de vinte canhões. Eram construídos em cima das características das Fragatas.

Algumas Corvetas espanholas as vezes transportavam tesouros.


Ipiranga
 
Cúter Muito utilizado pela Guarda Costeira Americana no serviço de patrulha, por se tratar de embarcação rápida e de fácil manobra.

Apareceu no século XVII, sendo um veleiro de pequeno porte e com só um mastro.


USS Duane
 
Draga Tipo de embarcação própria para retirar material e sedimentos do fundo de rios, lagos, mares e especialmente no aprofundamento de canais.

Iate Navio à vela, de mastreação constituída de gurupés e 2 (dois) mastros, em geral inteiriços, com velas latinas quadrangulares e gafefetopes. Embarcação a vela ou a motor destinada a recreio ou regata. Embarcação luxuosa, para transporte de pessoas em recreio.

 
Encouraçado Possuía as maiores armas e os mais resistentes cascos, o que possibilitava maior poder de fogo e resistência ao ataque inimigo. Devido as suas características, era um navio lento, podendo chegar a 70.000 toneladas.

Após as duas grandes guerras onde exercera enorme influência, foi gradualmente substituído pelo Porta Aviões como principal item da frota.


Aquidaba
 
Escuna  Introduzida no começo do século XVIII, com diversas funções e utilizadas até hoje.

É um pequeno veleiro de casco de madeira com dois mastros e dotados de motorização.

 
Fragata Navio de guerra ágil e de fácil manobra. Seu desenvolvimento iniciou no fim do século XVI e tornou-se popular na metade do séculoXVII. Variava de tamanho entre 900 à 1700 toneladas, transportando de 36 a 72 canhões.

A partir de 1700, foi utilizado no transporte de grandes cargas de tesouro (ex : HMS Thetys em Arraial do Cabo).

 
Galeão Idêntico em construção à Nau, a única diferença está em ser ou não armados. Possuiam de três a quatro mastros e não atingiam grandes velocidades.

Em alguns casos, eram proibidos de carregarem carga com exceção à tesouros registrados. Eram também utilizados como escolta para as Naus.

 
Galera Combinava propulsão à vela com remos e foi utilizada por volta de 1450 A.C.
 
Iate Navio a vela, de mastreação constituída de gurupés e 2 (dois) mastros, em geral inteiriços, com velas latinas quadrangulares e gafefetopes.

Embarcação a vela ou a motor destinada a recreio ou regata. Embarcação luxuosa, para transporte de pessoas em recreio.

 
Lancha Embarcação de pequeno porte de propulsão a motor usada para navegação costeira de recreio, ou no transporte de pessoas e/ou objetos e para outros serviços dentro dos portos. A maior das embarcações miúdas empregadas em serviços a bordo dos grandes navios, usada para transportar objetos e pessoal do navio para o porto e vice-versa, espiar os ferros e outras atividades. Qualquer embarcação miúda com propulsão à motor.
 
Lúgar Antigo barco de pesca costeira movido por velas de casco de madeira. A configuração de suas velas era realizada de acordo com a regionalidade.
 
Nau Navio à vela desenvolvido no século XVI. Variava de tamanho entre 300 à 600 toneladas. Era utilizado como transporte, tendo pouca ou nenhuma peça de artilharia.

Adicionando armamento, podia ser classificado como Galeão.

 
Navio de Desembarque Tipo de embarcação largamente utilizada durante a segunda guerra. Possuia cabine de comando na popa e toda a extensão do navio ficava destinada ao transporte de tropas e tanques. De pouco calado, conseguia navegar em locais de baixissima profundidade até aportar em praias, onde as portas que se situavam à proa eram abertas e a tropa ou os tanques desembarcavam. Após o fim do conflito várias destas embarcações foram vendidas para uso no serviço civil. O naufrágio Rio Anil, afundado em Cabo Frio, é um exemplo deste tipo de navio. 
Rio Anil
 
Palhabote Era utilizado no transporte de mercadorias na navegação de cabotagem.

Pequena embarcação de dois mastros.

 
Paquete Costuma designar navios que faziam rotas regulares entre portos, carregando correspondência e mercadorias. Em algumas ocasiões, também transportavam passageiros. Evoluiu do veleiro ao navio à vapor, chegando atingir 150 metros de comprimento.

Em alguns casos, possuía duas formas de propulsão: hélice e vela. Foi utilizado até o início do século XX.


Buenos Aires
 
Patacho Variava de tamanho entre 40 e 100 toneladas.

Eram utilizados de diversas maneiras: transporte de pequenas cargas, reconhecimento, etc.

Começou à ser utilizado no fim do século XVI e possuía dois mastros.

 
Pesqueiro Embarcação de pequenas dimensões.

Normalmente de casco de madeira, utilizada em pescas costeiras.

 
Pesqueiro de Alto Mar Navio equipado com equipamentos adequados para uma pesca mais longa e industrial.
 
Pontão
(ou Alvarenga) 
Os dois nomes podem se referir à uma plataforma flutuante sem propulsão.
 
Rebocador Equipado com motor muito potente, é utilizado para dar assistência à navios em dificuldades, guiar e auxiliar na atracagem.

São construídos em vários tamanhos.


DNOG
 
Saveiro Originário da região nordeste do Brasil, possui casco de madeira e dois mastros. Similar à Escuna.
 

Submarino

Conhecidos como a "Arma Oculta", os submarinos foram largamente utilizados durante as duas guerras mundiais.

Os submarinos alemães foram responsáveis por um grande número de perdas dos navios aliados e por este motivo foram caçados em todos os mares. 


U-128
 
Sumaca De origem holandesa, foi bastante utilizada entre os seculos 16 e 17 na costa norte da Alemanha e nos Mares Bálticos. Seu desenho espalhou-se por outros países, adquirindo características específicas. Embarcação de uma vela, podia carregar de 20 a 100 toneladas de carga.
 
Transatlântico Navio luxuoso, de grande dimensão, destinado ao transporte de carga e passageiros.

No fim do século 19 e inicio do século 20 também era responsável pelo transporte de mala postal. Encontrado em diversos tamanhos e tipo de motorização. 


Principessa Mafalda
 
Vapor Classificação genérica de navio com motorização movida à vapor. Pode ter casco de madeira, os mais antigos, ou metálicos. A motorização à vapor possui uma diversidade muito grande de tipos, sendo os mais comuns os Oscillating Engine, Double Expansion e Triple Expansion Engine. São os principais tipos de naufrágios encontrados em nosso litoral.
 
Vapor de Rodas Primeiro tipo de navio à vapor, sua propulsão era feita através de rodas de pás, localizadas em ambos os bordos do navio: bombordo e boreste à meia nau.

Também eram equipados com velas devido à falta de confiança nas máquinas e dificuldade em se conseguir carvão para alimentar as caldeiras.


Pirapama
 
Veleiro Nome utilizado para designar, de forma geral, navios dotados de propulsão à vela.
 













 
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