Cadastro de
Naufrágios no Brasil - Estado da Ceará
| Nome |
Avião
Bandeirantes EP-95 |
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Data |
27/06/1985 por volta das 10:20Hs. |
| GPS |
03º 33,868'
S / 38º 22,429 W |
| Localização |
12 milhas do litoral de Fortaleza |
| Profundidade (m) |
29 |
| Visibilidade (m)
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15 - 30
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| Motivo
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Provável falha no motor
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| Estado
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Desmantelado
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| Carga
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Passageiros |
| Tipo
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EMB 111 - Avião de Esclarecimento Marítimo
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| Nacionalidade
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Brasil
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| Dimensões
(m)
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14.91 / 15.95 / 4.8
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| Deslocamento (t)
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7
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| Armador
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Base Aérea de Salvador - Força Aérea Brasileira
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| Estaleiro
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Embraer
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| Propulsão
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2 turboélices Pratt & Whitney, Canadá PT6A-34 com 750 shp cada.
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| Fabricação
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Entre 1977 e 1979
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| Notas
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Avião bi-motor que era utilizado
para pesquisas
meteorológicas. Encontra-se despedaçado com sua fuselagem
espalhada no fundo.
A maior atração,
são os jardins de enguias na areia, além de peixes de fundo, como
os meros e diversos peixes de passagem. Ocasionalmente são encontrados
golfinhos brincando nas proximidades.
Características
A versão do Bandeirante para patrulhamento marítimo, o P-95 "Bandeirulha" veio ocupar uma lacuna na FAB com a desativação dos Neptune P-15. Seu desempenho é superior ao do avião que lhe deu origem, em razão dos motores PT-6A-34 e dos tanques de ponta de asa, que lhe aumentam a autonomia para sete horas e vinte minutos.
Equipado com potente aparelho de radar colocado no nariz, e pontos "duros" sob as asas para lançamento de foguetes. Os Bandeirulhas patrulham a costa, executam a identificação e o controle do tráfego mercante e se adestram em operações de busca e salvamento. A adoção do sistema de Guerra Eletrônica ESM Thomson-CSF (hoje Thales) DR2000/Dalia no P-95B, modificou o emprego da aeronave e deu um novo fôlego ao Bandeirulha, agora como plataforma ELINT/SIGINT (Electronic/Signals Intelligence – Monitoramento de emissões eletromagnéticas.
- Radar Thorn EMI Super Searcher
- Thomson-CSF DR 2000A Mk II/Dalia 1000A Mk II
- Collins EFIS-74
- ADI-84
- Piloto-automático APS-65
- Sistema de navegação Omega Canadian Marconi CMA 771 Mk III
Armamento
4 pontos de fixação nas asas para até 28 foguetes não guiados SBAT 70/7 de 70 mm
Acidente
Por volta das 8hs, a aeronave decolou do Aeroporto Militar da
Base Aérea, duas horas mais tarde, durante um treinamento. A
aeronave estaria
Faleceram no acidente: Primeiro-Tenente Aviador Marcelo Luís
Lemos, Tenete Aviador Vinícius Santos do Nascimento, Suboficial
Gildo Zanin Pistolato e o Sargento Rentato Ribeiro dos Santos.
GPS fornecido por Luciano Moreira
Pesquisa realizada por: Marcus
Davis
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Veja também
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- Do ar para o mar
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Foto: Marta Granville

Colaboração:
Projeto Netuno
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