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Cilindros de alumínio fabricados com liga 6351 – T6 usados em serviços
de SCUBA, SCBA e Oxigênio
Observação do Tradutor: Este
texto trata apenas do que foi modificado nos regulamentos originais. Ele não
compreende o que não foi alterado.
Critérios revisados para requalificação e uso
Resumo:
Esta determinação final revisa os regulamentos para
materiais perigosos a fim de tratar um problema conhecido de segurança em
relação a cilindros fabricados com a liga de alumínio 6351-T6. Esta revisão
inclui um programa de teste e inspeção para a detecção antecipada de
rachaduras devido a cargas sustentadas nesses cilindros, utilizados em
equipamentos SCUBA, SCBA e equipamentos de oxigênio.
Data de entrada em vigor: 1 de janeiro de 2007
Fundamentos (Resumo do Tradutor):
Cilindros fabricados em liga de alumínio 6351-T6 são
susceptíveis de rachaduras devido a cargas sustentadas nas regiões do pescoço
e do ombro do cilindro. A causa exata ainda não foi totalmente compreendida.
Aparentemente, as rachaduras se originam na parte inferior do pescoço do
cilindro, na posição mais baixa da rosca ou logo abaixo dela. Os testes
realizados não explicam porque os cilindros se rompem com violência devido às
rachaduras, em vez de iniciarem com vazamentos.
Os fabricantes americanos cancelaram a fabricação de
cilindros com a liga 6351-T6 antes de 1990, substituindo-a pela liga de
alumínio 6061-T6, que não apresenta esse tipo de problema.
Os cilindros com a liga 6351-T6 fabricados antes de 1990
possuem a marca "DOT 3AL" e um dos seguintes números: 6498, 7042,
8107, 8364 e 8422.
Revisão das regras existentes (resumo do tradutor):
Parte 173 Requisitos para transporte e embalagem
-
173.302 Carregamento de cilindros com gases comprimidos
não liquefeitos
-
Cilindros fabricados em liga de alumínio 6351-T6 para
uso SCUBA, SCBA e O2 devem ser recarregados com proteção para pessoal e
material durante o processo de recarga.
Parte 180 Qualificação contínua e manutenção de embalagens
-
180.205 Requisitos gerais para requalificação
-
Cilindros fabricados em liga de alumínio 6351-T6para uso
SCUBA, SCBA e O2 devem ser inspecionados quanto a rachaduras devido a cargas
sustentadas de acordo com o Apêndice C desta parte no primeiro período de
requalificação programada de cinco anos após 1 de janeiro de 2007, e a
cada cinco anos sucessivamente.
-
180.209 Requisitos para requalificação
Tabela 1 – Requalificação de cilindros (1)
|
Especificação de fabricação |
Pressão mínima de teste (psig) (2) |
Período de requalificação (anos) |
|
DOT 3AL |
5/3 da pressão de serviço |
5 ou 12 (3) |
- Qualquer cilindro que não exceda 2 polegadas (5,08 cm) de diâmetro
externo e 2 pés (61 cm) de comprimento está dispensado do teste de
expansão volumétrica.
- No caso de cilindros sem marca de pressão de serviço, consultar
parágrafo 173.301(e)(1) deste subcapítulo.
- Esta determinação não se aplica a cilindros usados com CO2, extintores
de incêndio ou outro serviço de gás industrial.
(m) Além da requalificação periódica descrita no parág.
180.205, os cilindros fabricados em liga de alumínio 6351-T6 para uso SCUBA,
SCBA e O2 devem ser requalificados e inspecionados quanto a rachaduras devido a
cargas sustentadas de acordo com a tabela a seguir.
Requalificação e inspeção de cilindros DOT-3AL fabricados em liga de
alumínio 6351-T6
| Requisito de requalificação |
Procedimento de exame (1) |
Critério para condenação por
rachaduras devido a cargas sustentadas (2) |
Período de requalificação (anos) |
| Exame de corrente parasita combinado com
inspeção visual |
Corrente parasita – De acordo com o
Apêndice C desta parte.
Inspeção visual – De acordo com o Panfleto CGA C-6.1 |
Qualquer rachadura no pescoço ou no
ombro com 2 comprimentos de rosca ou mais. |
5 |
- O requalificador realizando o teste de corrente parasita deve conhecer e
calibrar o sistema de acordo com o Apêndice C desta parte.
- A corrente parasita deve ser aplicada na parte interna do pescoço do
cilindro para detectar qualquer rachadura que tenha se expandido até a
parte roscada.
180.213 Marcas de requalificação
(d) Cilindros aprovados no teste de requalificação devem
ser marcados com o RIN em um padrão quadrado. Ex:
A1
9 06 X
32
Onde "9" é o mês da requalificação,
"A123" é o RIN (NT: lê-se no sentido horário, por isso é
"A1" e "32" em vez de "A1" e "23"),
"06" o ano e "X" os símbolos descritos nos parág. (f) (2)
a (9) desta seção.
Apêndice C à parte 180 – Exame de corrente parasita
com inspeção visual de cilindros DOT-3AL fabricados em liga de alumínio
6351-T6
- Procedimento de exame. As instalações de inspeção devem manter
procedimentos adequados.
- Exame visual. Deve se conduzido de acordo com o Panfleto CGA C-6.1.
- Equipamento de corrente parasita. As instalações de inspeção devem
possuir um anel de referência e uma sonda para cilindros DOT-3AL fabricados
em liga de alumínio 6351-T6. O equipamento deve ser capaz de detectar os
entalhes no anel de referência padrão.
- Anel de referência para corrente parasita. O anel de referência deve ser
produzido para representar cada cilindro a ser testado. Ele deve incluir
entalhes artificiais para simular uma rachadura de pescoço. O entalhe
artificial deve ter profundidade menor ou igual a 1/3 da espessura do
pescoço e comprimento maior ou igual a duas roscas. A referência padrão
deve ter um desenho que inclua o diâmetro do anel, a profundidade e o
comprimento de cada entalhe.
- Critério de condenação. O cilindro deve ser condenado se o exame de
corrente parasita e o exame visual combinados revelar qualquer rachadura no
pescoço ou no ombro com comprimento igual ou superior a 2 roscas.
- Registro de exames. O registro deve conter nome do fabricante do
equipamento, número do modelo e série, a descrição da sonda e sua
identificação (no. de série, no. de peça, etc.)
- Relatório de exame de corrente parasita e requisitos de registro. Eles
devem conter a especificação do anel de referência, a especificação DOT
do cilindro, o nome ou símbolo do fabricante do cilindro, o nome do
proprietário, o no. de série e data da fabricação do cilindro, o nome do
testador, a data do exame, os resultados (aprovado/reprovado), e de
identificação do retestador.
Emitido em Washington, DC. Estados Unidos, em 22 de agosto de 2006
Thomas J Barrett
Administrador
Departamento de Transportes dos Estados Unidos
Administração para Segurança de Canalizações e Materiais Perigosos
Tradução: Comandante da Marinha do Brasil - Edric Barbosa
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