Você é daqueles que confundem popa com proa ? O que fazer então quando o comandante pede para você aduchar a boça na alheta de boreste ? A vida a bordo possui um dialeto todo particular e não há nada pior do que se sentir totalmente perdido na embarcação. Edwin e Elisete, ambos capitães amadores e velejadores com anos de experiência elaboraram este dicionário de termos náuticos muito útil a todos que convivem com barcos, seja você proprietário de embarcação a motor, velejador, mergulhador ou aprendiz de marinheiro. Completo e atual, este dicionário não se restringe apenas ao jargão náutico nacional. Foram incluídas também palavras de língua inglesa geralmente encontradas em cartas náuticas e de uso comum entre embarcações de diferentes nacionalidades. Este livro é uma ótima dica a aqueles que pretendem aprender a velejar, pois como a formação dos autores é a navegação à vela, muitos termos referentes a partes de veleiros, praticamente todos, estão presentes. Há onze verbetes para descrever diferentes categorias de velas. De ventos então, trinta e cinco tipos distintos são descritos. Como vento de feição, vento de repiquetes ou vento terral. Divemasters e instrutores de mergulho devem estar sempre prontos para serem úteis, não só durante o mergulho, mas preparados também a auxiliar o comandante ou a tripulação da embarcação em momentos críticos. Para isso é necessário que a comunicação seja efetiva, não espere que alguém vá ficar lhe explicando aonde se localiza a ponte ou a meia-nau de um barco em uma situação de emergência. Não seja um mergulhador de trapiche, dê uma boa galivada em seu vocabulário para não ser chamado, como o próprio Edwin adora me chamar quando velejamos juntos, de desorientado. Por: Osmar "Mindú" Luiz Júnior
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