PADI – Mudanças na gestão da América do Sul

A América do Sul tem sido um dos mercados de mergulho com crescimento mais rápido há algum tempo. Para a PADI, a maior parte do avanço e crescimento na área tem sido possível devido aos esforços incansáveis de Claudio Brandileone, o atual Gerente Regional para grande parte da América do Sul.

A partir de agora, Claudio Brandileone torna-se Diretor da PADI EMEA e será responsável por Itália, Espanha, Portugal e as Ilhas Canárias a partir de fevereiro de 2019.

Milton Marinho Jr – Foto: Arquivo pessoal

América do Sul

A partir de agora, a PADI dividirá a América do Sul em duas regiões de serviço, ficando a região 19 com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e a região 33 formada pela Bolívia, Chile, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

Milton Marinho Júnior, mais conhecido como “Miltinho” no mercado, vai assumir o posto de Gerente Regional para a nova estruturada área 19, sendo um experiente Course Director com 26 anos de experiência na indústria de mergulho sul-americana, com fluência em português, inglês e espanhol. Julio Salvatori, anteriormente consultor de gestão de qualidade e especialista de negócios da PADI na Latin America, se torna o novo Gerente Regional para a área 33.

Fernando Martins assumirá agora o papel de Consultor de Gestão de Qualidade para fornecer suporte nos idiomas espanhol e português para as equipes de Gestão de Qualidade e de Relações com o Cliente.

PADI Brasil com novos rumos – Por: Michel Med

O mercado do mergulho Brasil está, depois de bastante tempo, movimentando-se e buscando se adequar às novas tendências já sendo implantadas no exterior.

Em busca de uma administração mais dinâmica tentando uma relação mais próxima com os Dive Centers e por consequência dos mergulhadores e seu processo de formação, a PADI Brasil se reestrutura e traz de dentro do mercado uma nova peça chave para se adaptar aos novos caminhos do mergulho, Milton Marinho Jr.

Já há algum tempo, o mergulho vem buscando se adaptar à dinâmica de um mundo digitalizado, em alguns casos, essa opção ainda não foi ainda bem digerida, principalmente pela verticalização das ações. Cursos online, substituição dos materiais impressos por digitais, avaliações a distância, enfim, são vários novos caminhos, porém ainda não existe uma aplicação efetiva pelo mercado. Talvez a principal crítica a estes novos formatos seja a verticalização e a centralização de toda a dinâmica nas ações das certificadoras, diminuindo a influência dos Dive Centers sobre o mercado como um todo.

A vinda de uma pessoa do mercado e fortemente reconhecida por ele, chega para aproximar a certificadora as reais necessidades dos Dive Centers, e por consequência também dos mergulhadores, estreitando um canal de comunicação que dê voz e privilegie as demandas locais e regionais, com ações distintas que somente alguém que opera e conhece realmente as nuances de um mercado heterogêneo e com particularidades distintas nos âmbitos sociais, culturais e econômicos próprias de um país continental como o nosso.

O mercado recebe esta mudança com um bom sinal, a perspectiva de estreitamento e humanização das relações, que só tem a acrescentar ao mergulho como um todo e por consequência do crescimento e influência PADI no Brasil.

Aliar a modernização ao fortalecimento dos Dive Centers foi a opção anunciada hoje.

Por:

Redação

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