Recentemente foi anunciada pela Form Energy, uma startup norte-americana, que eles conseguiram desenvolver uma bateria de baixo custo e que poderá funcionar por dias.
Para isso, a bateria dispensa o lítio e utiliza o ferro, um dos elementos mais comuns encontrados no nosso planeta.
Se a afirmação proceder, a nova tecnologia resolve um dos grandes problemas das bateria atuais: o armazenamento de carga.
A lista de patrocinadores que já apoiam o projeto inclui um fundo de investimento climático, que tem como principais investidores, Bill Gates, da Microsoft, e Jeff Bezos, da Amazon.
O CEO da Form Energy é Mateo Jaramillo, e já ajudou a desenvolver a plataforma de baterias Powerwall, da Tesla. Jaramillo declarou que sua empresa se prepara para iniciar a produção da bateria que poderá “aposentar o carvão e o gás natural” usado nas usinas.
Usando o ferro, a Form acredita que gastará apenas US$ 6 ou menos por quilowatt-hora em armazenamento de energia. Em comparação, uma célula de bateria de íon-lítio usada em veículos elétricos, custa atualmente até US$ 80 por quilowatt-hora.
A empresa está em negociações com várias concessionárias de energia para adoção da novidade, e planeja implantar uma bateria de um megawatt que seria capaz de funcionar continuamente por mais de seis dias. Jaramillo espera que suas baterias de ferro cheguem ao mercado com preços acessíveis até 2025.
Se realmente o projeto existir e for consistente, isso poderá revolucionar o mercado mundial, e no caso do mergulho não seria diferente, pois os mergulhadores poderão ter lanternas mais potentes e de longa duração.
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