A proibição de mergulho e snorkeling na região de Mersing, na Malásia, foi imposta às ordens do sultão de Johor, enquanto a busca continua por três mergulhadores europeus desaparecidos – um britânico, seu filho de 14 anos e um adolescente francês (Leia mais aqui).
Os três mergulhadores desaparecidos estavam em um treinamento de curso avançado com a instrutora norueguesa Kristen Grodem, nas proximidades da ilha de Tokong Sanggai e, após um mergulho de 45min pela manhã, embarcaram em um segundo mergulho em um local com 15m de profundidade, por volta das 12h.
Após 20 minutos, Grodem trouxe os alunos à superfície por causa das fortes correntes e descobriu que o barco estava distante 500m, e não conseguiu chamar a atenção do capitão.
Grodem disse às autoridades que tentou manter o grupo unido e nadar em direção a uma ilha, Pulau Lima, mas as fortes correntes os separaram. Ela ficou 20h à deriva, distanciando 40km do ponto de mergulho, antes de ser avistada por um rebocador de Cingapura.
Os três alunos possuíam 50 mergulhos logados e apesar dos mergulhadores terem emergido por volta das 12:20h, o capitão do barco de mergulho só deu o alarme às 14:30h. Mais tarde, ele foi preso pela polícia, pois foi descoberto que ele havia tomado metanfetaminas.
À medida que a operação de busca aérea e marítima continua, o chefe de polícia de Mersing, Cyril Edward Nuing, expressou que os mergulhadores ainda podem ser encontrados vivos.
Mohammed Shakib Ali, o oficial distrital de Mersing, ordenou ontem a suspensão das atividades de mergulho e snorkel, até a finalização de uma investigação sobre as circunstâncias deste acidente.
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