O mergulho, que é uma modalidade desportiva aquática praticada desde os tempos antigos, vem se popularizando e ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos. Entretanto, no contexto odontológico, é importante saber que essa prática pode causar impactos na saúde bucal do praticante, principalmente devido às condições em que o mergulho é exercido, tais como mudanças bruscas de pressão atmosférica e a necessidade do uso de equipamentos específicos, como os bocais.
Sabendo a ampla atuação do movimento-dentista e devido às condições em que o mergulho é praticado, o objetivo do presente estudo foi investigar e discutir, por meio da aplicação de um questionário, as principais manifestações orais em mergulhadores, relacionando-as com possíveis fatores de risco.
Um questionário com 14 perguntas fechadas pautadas na temática foi enviado, utilizando as redes sociais, para alunos e instrutores de escolas de mergulho do estado de MG e RJ, onde foram obtidas 83 respostas.
A saúde bucal dos mergulhadores está exposta a fatores de riscos peculiares deste esporte, como boca seca, barodontalgia, fraturas dentárias, disfunções temporomandibulares, comprometimento de tecidos moles, dores na região craniofacial, entre outros, os quais, os tornam suscetíveis a impactos negativos, perda de desempenho e até mesmo a incapacitação para a prática do mergulho.
É importante que o cirurgião-dentista, principalmente o especialista em Odontologia do Esporte, tenha conhecimento sobre essa prática assim como suas possíveis repercussões na saúde bucal do indivíduo, a fim de fornecer um suporte adequado, bem como planejar possíveis tratamentos necessários, eventos sempre o bem-estar e a qualidade de vida do praticante.
Introdução
O mergulho, uma prática esportiva que vem se popularizando e ganhando cada dia mais adeptos, se caracteriza como uma atividade humana de origem remota, havendo notícias de seu surgimento há mais de 2.000 anos antes de Cristo, de acordo com documentos encontrados no Peru (COSTA, 2012). Além de ser um esporte recreativo, o mergulho também é realizado em atividades ocupacionais/laborais, tais como construções subaquáticas, missões e ocupações militares (MOORE et al., 2019).
Ao considerar o contexto odontológico, Ranna et al. (2016) discorrem que o aumento na popularidade do mergulho tem enfatizado o papel do cirurgião-dentista na prevenção e tratamento de patologias orais possivelmente causadas e/ou aceleradas por essa prática. Isso porque, inerentes a esse esporte, estão vários fatores que podem predispor o aparecimento de sinais e sintomas na região craniofacial, como a profundidade e duração do mergulho; a necessidade do uso de equipamentos, como os bocais; e a exposição a mudanças de pressão atmosférica (YOUSEF et al., 2015).
Dentre os principais impactos do mergulho na saúde oral cita-se a disfunção temporomandibular (DTM), a barodontalgia, o barotrauma, a odontocrexis e a diminuição da salivação (SOARES et al., 2018). A DTM está fortemente associada ao uso dos bocais, que normalmente possuem um desenho padrão, apresentando uma porção extraoral e outra intraoral, sendo confeccionados em borracha, neoprene ou silicone (FRESE et al., 2015). A parte extraoral é responsável pela união estanque que retém o regulador, enquanto a parte intraoral é constituída por um escudo vestibular, que se apoia sobre a face vestibular dos incisivos, facilitando o selamento periférico, além de uma plataforma oclusal interdentária na qual ocluem os caninos e os pré-molares (AJWA; AL-ABDULBAQI, 2019).
Entretanto, na maioria das situações, o uso dos bocais implica um posicionamento anterior da mandíbula, para que os dentes consigam estabilizá-lo, o que resulta num deficiente suporte oclusal posterior e numa carga desigual sobre as estruturas mastigatórias e na articulação temporomandibular (MANTRI et al., 2014). Em consonância a isso, Reinhel et al. (2015) afirmam que a maioria das queixas de mergulhadores são dores na ATM e na musculatura mastigatória, muitas vezes relacionadas com bocais inadequados que podem exacerbar a DTM, mesmo quando os sintomas não estão ainda presentes no dia a dia do indivíduo.
Por sua vez, a barodontalgia se caracteriza por uma intensa dor dentária relacionada com mudanças na pressão atmosférica, que realmente cessa quando se retorna ao nível do solo (ZADIK; DRUCKER, 2011). Tal situação pode levar à cessação precoce do mergulho, assim como pode comprometer a segurança do mergulhador. Embora rara, a barodontalgia durante o mergulho foi reconhecida como uma causa potencial de vertigem e incapacitação repentina de mergulhadores, podendo, portanto, comprometer a segurança do mergulho (HIROSE et al., 2015).
Já o barotrauma é um dano físico provocado pela alteração de pressão ambiente durante o mergulho, caracterizando-se como o dano causado aos dentes e/ou restaurações dentárias, que podem ocorrer com ou sem dor. O barotrauma também pode induzir dor em dentes com tratamento endodôntico devido à alteração de pressão (NEEDLEMAN et al., 2015). Ademais, Ashley et al. (2015) esclarecem que para igualar a pressão interna do corpo à externa do meio, durante a descida dos mergulhadores, o ar pressionado pela boca aos pulmões pode provocar dores intensas ou hemorragias nas bocas em que houver cáries, tratamento de canal em andamento ou falhas de restaurações dentárias.
Ainda sobre as possíveis manifestações orais decorrentes do mergulho, a odontocrexis significa explosão dentária (ZEBRAUSKAS et al., 2014). Acredita-se que tal fenômeno ocorre quando as mudanças de pressão induzem tensões nos dentes e causam pontos de fratura em áreas fragilizadas ou restauradas, provocando desadaptação ou fratura de restaurações (MOHAMMED; SAAD, 2020). Por fim, relatos de hiposalivação, ou seja, diminuição do fluxo salivar também são encontrados na literatura (ZADIK; DRUCKER, 2011). Esse achado, associado a boca seca, são fatores de risco para o desenvolvimento de cáries, e podem ser consequência da inalação de gases secos comprimidos, que é o ar respirado durante o mergulho (YOUSEF et al., 2015).
Pautado nisso, é possível observar que, na ausência do acompanhamento odontológico, indivíduos praticantes de mergulho podem ter sérias repercussões na cavidade oral, comprometendo a prática do esporte, assim como seu bem-estar (RANNA et al., 2016). A Odontologia do Esporte, surge então, como protagonista no acompanhamento e monitoramento de mergulhadores, a fim de manter a sua saúde oral. Trata-se de uma especialidade voltada para a prática esportiva, sendo o conhecimento, prevenção e tratamento das lesões e desordens do sistema estomatognático os princípios dessa área (COSTA, 2012).
Metodologia
O presente estudo, que se caracteriza como observacional, analítico e transversal, foi realizado mediante a aplicação de um questionário contendo 14 perguntas e que foi distribuído, por meio das redes sociais, a alunos e instrutores de uma escola de mergulho em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, Brasil.
Para definir o público que preencheria o questionário, ou seja, a amostra, foram elaborados critérios e inclusão e exclusão, onde:
- Critérios de inclusão: adultos com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos; indivíduos que pratiquem mergulho, seja de forma recreativa ou de forma profissional; mergulhadores que deram o consentimento para participação no estudo;
- Critérios de exclusão: indivíduos com idades inferiores a 18 anos e superiores a 65 anos e mergulhadores que não consentiram a participação no estudo. Pondera-se que o questionário foi elaborado e respondido, exclusivamente, para embasar e fundamentar informações presentes na literatura, que explanam as possíveis manifestações orais decorrentes do mergulho.Assim, aos membros da amostra (indivíduos que responderam ao questionário), foi garantido o total anonimato e confidencialidade dos dados e respostas. Destaca-se também que o preenchimento do questionário foi voluntário, presumindo-se o consentimento com a realização dele.
As perguntas que compuseram o questionário foi:
- Sexo
- Idade
- Como classifica seu cuidado com saúde geral
- Como classifica seu cuidado com saúde oral
- Com que frequência vai ao dentista
- Qual foi a sua frequência de mergulho nos últimos 6 meses ?
- Qual é o tipo de mergulho que você pratica ?
- Qual é a duração dos mergulhos (média) ?
- Qual tipo de bocal utiliza ?
- Qual a comodidade do seu bocal? Sendo que 1 = muito desconfortável; 2= desconfortável; 3 = normal; 4= confortável; 5= muito confortável.
- Durante e/ou após a prática do mergulho você já teve alguma complicação dentária ?
- Durante e/ou após a prática do mergulho avalie sua dor a nível da Articulação (ATM) e dos músculos da face. Sendo que 1 = sem dor; 2= dor leve; 3 = dor razoável; 4= dor forte; 5= dor muito forte.
- Após a prática do mergulho sentiu limitação na abertura da boca? Sendo que 1 = nenhuma limitação; 2= limitação leve; 3 = limitação razoável; 4= limitação forte; 5= limitação severa.
- Durante a prática do mergulho já sentiu a boca seca?
Resultados
83 respostas foram obtidas mediante a distribuição, sendo 19 do gênero feminino e 64 do gênero masculino (gráfico 1), que cumpriam os critérios de inclusão previamente definidos. A maior parte da amostra possuía a idade compreendida entre 35 e 50 anos (59%), seguida por indivíduos acima de 50 anos (24,1%); e por fim, indivíduos entre 18 e 34 anos (16,9%).
Gráfico 1: Proporção dos entrevistados de acordo com o gênero informado

Quanto ao seu cuidado com a saúde geral, 62,7% da amostra a classificou como boa, enquanto 22,9% como ótima e 14,5% como razoável. Nenhum indivíduo a classificou como ruim (gráfico 2).
Gráfico 2: Proporção dos entrevistados de acordo com a forma em que classificam seu cuidado com a saúde geral

Um cenário semelhante foi observado quando foi pedido que a amostra classificasse seu cuidado com a saúde oral. A maioria (50,6%) a classificou como boa; 27,7% como ótima e 21,7% como razoável.
Nenhum indivíduo a classificou como ruim (gráfico 3).
Gráfico 3: Proporção dos entrevistados de acordo com a forma em que classificam seu cuidado com a saúde oral

Em relação às visitas periódicas ao dentista, 44,6% afirmaram que comparece de 6 em 6 meses, enquanto 38,6% afirmaram comparecer 1 vez ao ano; 14,5% que comparece quando sente dor; e 2,4% afirmou nunca ir (gráfico 4).
Gráfico 4: Proporção dos entrevistados de acordo com a frequência em que vai ao dentista

40 dos 83 entrevistados (48,2%) afirmaram ter praticado o mergulho menos de 10 vezes nos últimos 6 meses, enquanto 25,3% mergulharam mais de 20 vezes. 26,5% mergulharam entre 10 e 20 vezes (gráfico 5).
Gráfico 5: Proporção dos entrevistados de acordo com a quantidade de vezes que mergulhou nos últimos 6 meses

Em relação ao tipo de mergulho que pratica, 53 (63,9%) dos entrevistados afirmou mergulhar de forma recreativa, enquanto 30 (36,1%) pratica o mergulho de forma profissional.
Gráfico 6: Tipo de mergulho praticado pelos entrevistados

A maior parte dos entrevistados (59%) apontou que a duração dos seus mergulhos é maior que 45 minutos. Já 39,8% da amostra afirmou que a duração dos seus mergulhos gira em torno de 30 a 45 minutos; e 1,2% que a duração é de 15 a 30 minutos.
Gráfico 7: Duração média dos mergulhos dos entrevistados

Em relação ao tipo de bocal utilizado pelos praticantes, 84,3% utilizam bocais comerciais, que é aquele padrão (gráfico 8). Somente 15,7% dos entrevistados utilizam bocais personalizados.
Gráfico 8: Proporção do tipo de bocal utilizado

Quanto ao conforto dos bocais utilizados pelos entrevistados, 55,4% o classificaram como confortável; 20,5% como muito confortável; 18,1% como normal; 3,6% como muito desconfortável; e 2,4% como desconfortável (gráfico 9).
Gráfico 9: Classificação quanto ao conforto do bocal utilizado

A maioria dos entrevistados (92,8%) afirmaram não terem tido nenhum tipo de complicação dentária durante e/ou após a prática do mergulho (gráfico 10).
Apenas 7,2% relataram episódios sintomáticos decorrentes do mergulho.
Gráfico 10: Proporção de indivíduos com complicações dentária durante e/ou após o mergulho

Em relação a ATM e aos músculos da face, 55,4% afirmaram que o mergulho não ocasionou dor ou desconforto nessas estruturas (gráfico 11). 28,9% relataram dor leve; 12% dor razoável; 3,6% dor forte; e nenhum entrevistado relatou ter tido dor muito forte.
Gráfico 11: Proporção de indivíduos com relatos de dor e/ou desconforto em ATM e/ou músculos da face

Quanto a limitação da abertura bucal, a maioria (72,3%) afirmaram que não tiveram nenhuma limitação de abertura da boca após a prática do mergulho. 19,3% tiveram limitação leve; 8,4% limitação razoável; e nenhum dos entrevistados relatou ter tido limitação forte ou severa (gráfico 12).
Gráfico 12: Proporção de indivíduos com relatos de limitação de abertura bucal

Por fim, 84,3% dos entrevistados relataram ter vivenciado a sensação de boca seca durante o mergulho.
Apenas 15,7% não relataram esse acontecimento (gráfico 13).
Gráfico 13: Proporção de indivíduos com relatos de boca seca durante o mergulho

Discussão
Reinhel et al. (2015) discorrem que o mergulho é uma das atividades esportivas que mais vem se popularizando, principalmente devido à sua prática em viagens a países tropicais. Entretanto, assim como é inerente a qualquer esporte, os praticantes dessa modalidade devem se atentar a alguns fatores, como o tipo de equipamento utilizado e os cuidados adicionais necessários, como no caso dos cuidados com a cavidade oral.
Nesse contexto, Ashley et al. (2015) apontam que a Odontologia do Esporte é a especialidade que aborda a prevenção, tratamento e acompanhamento das lesões dentais e bucais relacionadas à prática esportiva. Tal área é necessária e de extrema importância, visto que atletas e/ou praticantes frequentes de esportes demandam um manejo odontológico diferenciado, o qual deve levar em consideração o esporte praticado, características clínicas do paciente, além de suas especificidades fisiológicas.
Assim, ao constatar que o paciente é praticante de mergulho, por exemplo, Costa (2012) explana que o cirurgião-dentista deve orientá-lo quanto a necessidade de redobrar os cuidados dentários, o que inclui consultas periódicas e investigação de possíveis doenças ocultas, como lesões de cárie, fraturas dentárias e restaurações com infiltração. No mesmo sentido, Mantri et al. (2014) pontuam que para prevenir a ocorrência do barotrauma, é necessário efetuar uma vigilância da qualidade das restaurações existentes, impedindo a possibilidade de inclusão de ar entre a superfície dentária e a restauração.
Frese et al. (2015) conduziram uma investigação semelhante à do presente estudo, em Portugal, com 37 participantes e constataram que após a sessão de mergulho, 42% dos participantes reclamaram de dor nos dentes, também conhecida como barodontalgia. Além disso, 24% mencionaram desconforto causado pelo bocal utilizado e 22% relataram dor na ATM. Entretanto, os resultados obtidos após aplicação de questionário do presente estudo não foram semelhantes, pois menos indivíduos relataram dor de dentes, desconforto com o bocal e dor na ATM. Isso pode ser em decorrência da diferente população analisada, assim como da composição (quantidade) da amostra nos dois estudos.
Os impactos na ATM, com a DTM, podem causar dor durante e após o mergulho, sendo que as estimativas de prevalência, conforme Soares et al. (2018), baseadas em questionários preenchidos por mergulhadores, variaram entre 5 e 30%. O presente estudo corrobora essa informação, visto que 28,9% dos entrevistados relataram dor leve; 12% dor razoável; e 3,6% dor forte.
Em complemento, Costa (2006) afirmam que os sinais clínicos mais comuns dessa desordem e que, portanto, deve ser investigado, refere-se a rigidez durante a palpação; movimentos limitados, como na abertura bucal; ruídos articulares; e dores constantes na região craniofacial.
Yousef et al. (2015) destacam que uma das principais formas de proteger a ATM, evitando sintomas durante e após o mergulho, a utilização de um bocal individualizado e de recobrimento total, a fim de distribuir as forças. Isso porque, segundo Moore et al. (2019), a disfunção da ATM que pode ocorrer durante a prática do mergulho, deve-se ao desequilíbrio entre a oclusão e o sistema neuromuscular, devido à sobrecarga dos músculos mastigatórios e da ATM para manter o bocal na cavidade oral, provocando dor.
Ajwa e Al-Abdulbaqi (2019) corroboram e acrescentam que os problemas associados com o uso de bocais comerciais estão sobretudo relacionados com a dor muscular e articular e com a utilização de próteses e aparelhos ortodônticos fixos, que podem ter sua integridade comprometida. Assim, Zadik e Drucker (2011) enfatizam que a construção de um bocal individualizado pode tornar o mergulho mais confortável e seguro, evitando ou reduzindo os sintomas de disfunção da ATM; eliminando o trauma sobre os tecidos moles; e permitindo uma melhor estabilização bucal, pois a mandíbula permanece em uma posição mais fisiológica.
Por fim, conforme os achados deste estudo, em que a maior parte dos mergulhadores entrevistados eram recreativos, é importante mencionar, baseado no estudo piloto conduzido por Ranna et al. (2016), que a prevalência de sintomas dentários entre mergulhadores recreativos foi de 41%. Esse resultado apoia a hipótese de que a frequência de problemas dentários é maior em mergulhadores recreativos, quando comparados com mergulhadores militares e profissionais.
Isso pode ser atribuído, conforme discorrem Hirose et al. (2015), ao fato de que mergulhadores militares e profissionais recebem acompanhamento odontológico regular, assim como são constantemente esclarecidos quanto a importância da manutenção de uma boa saúde oral.
Conclusões
Mediante as informações expostas e discutidas, conclui-se que a prática do mergulho pode repercutir significativamente na saúde oral dos indivíduos, conforme os resultados observados mediante aplicação do questionário e conforme é relatado na literatura. Os principais impactos estão associados a barodontalgia, barotrauma, DTM e sensação de boca seca, sendo que a maioria delas pode ser amenizada com o uso de bocais individualizados.
O cirurgião-dentista, principalmente aquele especialista em Odontologia do Esporte, deve estar preparado para lidar com complicações decorrentes do mergulho, assim como deve ser capaz de fornecer aos pacientes informações precisas quanto aos impactos na cavidade bucal decorrentes do mergulho, enfatizando sempre a necessidade de consultas periódicas.
Por fim, enfatiza-se a necessidade do desenvolvimento de mais estudos pautados nessa temática, com amostras maiores e com observação intraoral, a fim de se obter resultados e conclusões mais confiáveis.
Referências
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Por: Fernando Magalhães Barreto
Dentista desde 2002 com especialização em Prótese Dentária e Odontologia do Esporte, além de ser pós graduado em Edodontia Avançada, Odontologia no programa Saúde da Família, Cirurgia Oral, Instrumentação Rotatória em Edodontia




