Data: 24/06/1865
GPS:
Localização: Ponta da Restinga da Marambaia
Profundidade (m): 2 – 4
Visibilidade (m): 2 – 4
Motivo: Encalhe
Estado: Desmantelado
Carga: Material Bélico
Tipo: Corveta
Nacionalidade: Brasil
Dimensões (m): 37.57 / 9.75 / 3.35
Deslocamento (t): 623
Armador: Marinha do Brasil
Estaleiro: Arsenal de Marinha – RJ
Propulsão: Vela
Fabricação: 01/08/1850
Notas: A equipe do Brasil Mergulho esteve no naufrágio em 19/04/2002, e comprovamos que não há mais peças expostas.
Histórico
A Corveta Imperial Marinheiro, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem aos marinheiros-nacionais. Foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, tendo sua quilha batida em 1º de agosto de 1850. Foi lançada ao mar em 27 de agosto de 1851 e submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 21 de janeiro de 1852. Foi seu primeiro comandante o Capitão-de-Fragata Francisco Manuel Barroso da Silva.
1851
Em 21 de setembro, tornou-se o primeiro navio a ser docado no Dique Imperial (hoje Almirante Jardim) na Ilha das Cobras, inaugurado nesse mesmo dia.
1852
Entre abril e junho, fez uma viagem às Ilhas Malvinas (Falklands), com escala em Montevidéu.
1857
Em 18 de janeiro, partiu do Rio de Janeiro, sob o comando do Capitão-de-Fragata Francisco Cordeiro Torres e Alvim, em viagem de instrução à Europa, com escalas em Lisboa (13 de março), Cadiz (25 de abril), Gibraltar (12 de maio), Toulon (25 de maio), Genova (12 de junho), Napoles (4 de julho), Palermo (8 de agosto), Argel (26 de agosto), Plymouth (27 de setembro), Cherbourg (4 de novembro), retornando ao Rio de Janeiro em 3 de fevereiro de 1858.
1865
Em 24 de junho, naufragou na Restinga da Marambaia, no litoral sul da Provincia do Rio de Janeiro. Era seu comandante o Capitão-de-Fragata Antônio Rodrigues da Costa.
Haviam 14 canhões Paixhans de calibre 30
Fonte: Navios de Guerra Brasileiros



