Data: 22/02/1922
GPS:
Localização: Próximo as Ilhas Maricás
Profundidade (m):
Visibilidade (m):
Motivo:
Estado:
Carga: Problemas no casco e mau tempo
Tipo: Monitor encouraçado à vapor
Nacionalidade: Brasil
Dimensões (m): 84.10 / 11.60 / 6.12
Deslocamento (t): 276
Armador: Marinha do Brasil
Estaleiro: Arsenal da Marinha do Brasil
Propulsão: Vapor de tripla expansão – R. & W. Hawthorn, Leslie & Co., Hebburn, Escócia – 301HP
Fabricação: 1887 – R. & W. Hawthorn, Leslie & Co. Ltd., Hebburn, Escócia
Notas: Navio Mercante da Companhia Brasileira de Navegação a Vapor, posteriormente denominada Lloyd Brasileiro, o Alagoas foi temporariamente incorporado à Esquadra, em 1889, para conduzir à Europa a deposta família imperial.
O primeiro navio a ostentar o nome de Alagoas foi um monitor encouraçado, construído entre 1866 e 1867 pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e que teve participação saliente nas passagens de Curupaití e Humaitá, na Guerra da Tríplice Aliança.
Segundo navio a ostentar o nome de Alagoas, rende homenagem ao Estado de Alagoas.
Tendo a bordo a deposta família imperial, o Alagoas partiu do porto do Rio de Janeiro em 17 de novembro de 1889, sob o Comando do Capitão-de-Longo-Curso José Maria Peixoto, comboiado pelo Encouraçado Riachuelo. Chegou à Lisboa em 7 de dezembro de 1889.
Em 1893 e 1894 esteve incorporado à Esquadra revoltada, sob o Comando o Primeiro-Tenente José Augusto Vinhaes e serviu de Quartel da Escola de Aprendizes-Marinheiros da Ilha do Governador e refúgio para algumas famílias.
Depois da sua baixa do serviço ativo da Marinha do Brasil, o Alagoas ainda foi empregado como alvo ao tiro da bateria principal dos Encouraçados Minas Gerais e São Paulo, que não o atingiram. Naufragou em 22 de fevereiro de 1922, próximo às Ilhas Maricás, em vista da vestudez do casco e do mau estado do mar, apesar dos esforços do Rebocador Laurindo Pitta, comandado pelo então Capitão-Tenente Renato de Almeida Guillobel.
Incorporação: 1889 – Baixa: 22/02/1922
Fonte: Marinha do Brasil



