O galeão San José fazia parte da frota do Rei Felipe V e lutou contra os ingleses durante a Guerra da Sucessão Espanhola, onde morreram cerca de 600 pessoas no naufrágio.
O navio afundou em 1708 e foi encontrado em 2015 pela marinha colombiana e pelo instituto de arqueologia do país, nas proximidades do porto de Cartagena.
O manifesto de San José mostrou que estaria carregando joias e moedas superando o valor de US$ 1 bilhão.
Até agora, imagens de sonar revelavam canhões de bronze, armas, cerâmica e outros artefatos nos destroços.
Disputa judicial
O San José foi objeto de uma disputa judicial entre o governo colombiano e a Sea Search Armada, uma empresa de resgate baseada nos Estados Unidos, que em 1981, afirmou ter localizado a área onde o navio havia naufragado.
A empresa e o governo concordaram em dividir o que fosse encontrado nos destroços, mas posteriormente o governo passou a dizer que todo o tesouro pertencia à Colômbia, uma decisão apoiada por um tribunal dos Estados Unidos em 2011.
Em uma coletiva de imprensa na última quarta-feira, o presidente Juan Manuel Santos disse que um “investidor” não identificado, financiará o resgate do galeão espanhol.
Segundo o presidente Santos, o investidor concordou com uma parceria público privada, que reunirá uma equipe de arqueólogos e engenheiros, para salvar o que for encontrado no naufrágio e colocá-lo em exibição na cidade portuária de Cartagena.
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