Conhecido como “Dragão Azul” (Glaucus atlanticus), o animal é um tipo de molusco com tonalidade azulada, tendo em média entre 4 e 5 centímetros de comprimento e costumam viver em mar aberto.
Nos últimos meses, vários moluscos desse tipo surgiram nas praias da região nordeste e sul do Brasil, chamando a atenção dos banhistas.
Alguns estudos indicam que esse tipo de animal passa boa parte da vida flutuando em regiões temperadas e tropicais, e os fortes ventos em conjunto das correntes, propiciam o encalhe desses moluscos nas praias.
No Brasil, os registros iniciaram em 2011 com aparições nas regiões nordeste e sul, e recentemente algumas pessoas postaram fotos na Internet mostrando centenas deles em uma única praia, mostrando que possa ter ocorrido uma proliferação exacerbada. Também houve um aumento quanto ao número de avistamentos desse animal em diversas outras praias pelo mundo.
Segundo um dos pesquisadores, esse molusco pode causar queimaduras se houver contato com o corpo humano. Ele se alimenta principalmente da Caravela e da Água-Viva, e incorporam em seus tecidos células urticantes presentes nos alimentos ingeridos, surgindo assim, os aspectos que possibilitam a queimadura em seres humanos.
O tema ainda é controverso, pois muitos pesquisadores ainda possuem muitas dúvidas sobre as características desse molusco em si, mas uma boa parte deles recomenda evitar qualquer tipo de contato com o animal, pois é um molusco sem conchas e que utiliza a toxina adquirida para se proteger.
Caso você encontre algum, não toque ou mate o animal. Se possível, fotografe e relate o animal para as autoridades.
Se o animal for encontrado morto na praia, a coleta e entrega para um pesquisador poderá contribuir para um conhecimento melhor deste molusco.
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