Data: 24/06/2021 às 19h
GPS:
Localização: Alto-mar
Profundidade (m):
Visibilidade (m):
Motivo: Foi afundado durante um treinamento da Marinha do Brasil.
Estado: Inteiro
Carga: Vazio
Tipo: Corveta – Navio de guerra
Nacionalidade: Brasil
Dimensões (m): 95.77 / 11.4 / 5.3
Deslocamento (t): 1.970
Armador: Marinha do Brasil
Estaleiro: Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro – AMRJ
Propulsão: CODOG (Combined Diesel or Gas) com 1 turbina a gás GE LM 2500 de 27.490 shp; 2 motores diesel MTU 16V956 TB91 de 3.940 HP cada, acoplados a dois eixos e dois hélices passo variável, e estabilizadores Vosper T.
Fabricação: 11/10/1984
Notas
A Corveta Jaceguai – V 31, ex-Almirante Jaceguai, é o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Arthur Silveira da Mota, o Barão de Jaceguai. A Jaceguai é a segunda unidade de uma série de 4 corvetas da classe Inhaúma. Foi autorizada em novembro de 1981 e o contrato foi assinado em 15 de fevereiro de 1982.
Teve sua quilha batida em 15 de outubro de 1984, em cerimônia presidida pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Alfredo Karam, foi lançada e batizada em 8 de junho de 1987, em cerimônia presidida pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia, tendo como madrinha a Sra. Ruth Lair Rist Rademaker.
Depois de realizar as provas de mar, foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 2 de abril de 1991, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Renato de Miranda Monteiro. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Afonso Barbosa. Fonte: Naval.com.br
1990
Em 21 de dezembro, realizou sua primeira saída para o mar.
1991
O navio ficou subordinado à Diretoria-Geral de Material da Marinha, até que completou a integração dos seus sistemas, passando no ano seguinte a subordinação do Comando de Operações Navais.
Em 11 de abril, recebeu a visita de uma comitiva composta por dez deputados-federais.
Em 17 de outubro, ocorreu o primeiro encontro no mar com a Cv Inhaúma – V 30, também construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A Jaceguai realizava experiência de máquinas e adestramento da tripulação, enquanto na Inhaúma prosseguíamos testes finais de aceitação do sistema de armas.
Em 8 de novembro, recebeu a visita do Presidente da Republica, Fernando Collor de Mello.
1992
Nos meses de janeiro e fevereiro, continuou realizando os testes de armamento e máquinas. Nesse mesmo período foi realizado a qualificação para operações aéreas com um helicóptero SAH-11 Lynx.
Em 14 de fevereiro esteve em Santos pela primeira vez. Estava acompanhada do S Amazonas – S 16 que prestava apoio na avaliação dos sistemas de armas e sensores de GAS (Guerra Anti-Submarino).
Passou da subordinação a DGMM para o Comando de Operações Navais, atingindo a fase III de adestramento.
Entre 7 e 9 de agosto esteve em Santos-SP junto com a Cv Inhaúma – V 30. Essa foi a primeira vez que duas unidades dessa classe estiveram juntas no porto paulista.
Em 10 de agosto, foi incorporada ao 1º Esquadrão de Contratorpedeiros (ComEsqdCT-1), que então, era formado, também, pelos Contratorpedeiros Marcilio Dias – D 25, Pará – D 27, Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Rio Grande do Norte – D 37.
Entre 12 e 14 de dezembro, esteve em Santos-SP, onde junto com a F Independência – F 44 (capitânia), o CT Mariz e Barros – D 26, S Tupi – S 30 e o NDD Ceará – G 30, que haviam acabado de participar da Operação Dragão XXVIII, tomou parte das comemorações do Dia do Marinheiro. A Jaceguai encontrava-se em fase de testes de mar. Atingiu a marca de 75 dias de mar.
1993
Em março, participou da Operação TROPICALEX-I/93, junto com o NDD Rio de Janeiro – G 31, as F Niterói – F 40, Constituição – F 42, Independência – F 44 e União – F 45, CT Marcílio Dias – D 25, Mariz e Barros – D 26, Pará – D27 e Paraíba – D28, S Humaitá – S 20 e o NT Alte. Gastão Motta – G 23. Essa foi a primeira comissão da Jaceguai com a Esquadra.
Em março, já havia atingido a marca de 100 dias de mar.
Em agosto, participou da Operação TROPICALEX-II/93, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia. A operação contou com a participação do Rio de Janeiro – G 30, União – F 45, Paraíba – D 28, Jaceguai – V 31, Tupi – S 30, entre outros navios.
Em setembro, durante a Operação TEMPEREX/PRATEX 03, a Jaceguai, juntamente com o NDD Ceara – G 30 e o S Tupi – S 30, visitou, pela primeira vez, o porto de Buenos Aires (Argentina). O navio recebeu a bordo 1.536 visitantes.
1994
Em 31 de janeiro, encontrava-se incorporado ao 1º Esquadrão de Contratorpedeiros (ComEsqdCT-1), que então, completava 41 anos de sua criação e era formado, também, pelos Contratorpedeiros Marcílio Dias – D 25, Pará – D 27, Paraná – D 29, Sergipe – D 35 e Rio Grande do Norte – D 37.
Em 4 de março, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Corvetas da Força de Superfície, criado na mesma data.
Em julho, realizou exercício na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, integrando, um GT composto também pela F Niterói – F 40, CT Pernambuco – D 30 e o NtrT Ary Parreiras – G 21. Acompanharam a operação o ComenCh, VA Sérgio Florêncio Chagasteles, o CEMA, VA Ricardo Antônio da Veiga Cabral e o ComForAp, CA Ayrton Ronaldo Longo. Entre os dias 22 e 27 foi visitado o porto de Santos-SP.
Entre 3 e 11 de novembro, integrou o Grupo-Tarefa brasileiro que participou da Operação FRATERNO XIV, realizada em águas argentinas. Além da Jaceguai integravam o GT, sob o Comando do ComEsqCT-1, o NAel Minas Gerais – A 11 (capitania), o CT Pernambuco – D 30, a F Defensora – F 41 e o S Tupi – S 30. Participaram desse exercício pela Armada Argentina a F ARA Almirante Brown – D 10, e as Cv ARA Granville – F 33 e ARA Parker – F 44 e ARA Santa Cruz – S 41. Foram visitados os portos de Puerto Belgrano e Mar del Plata.
1995
Em 23 de abril, suspendeu do Rio de Janeiro, integrando Grupo-Tarefa com a F Independência – F 44 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, com destino a Mar del Plata (Argentina), de onde, no dia 30, prosseguiu para a África do Sul em companhia das Corvetas argentinas ARA Espora – P 41 e ARA Parker – P 44. Em 2 de maio, a Fragata uruguaia ROU Uruguay – ROU 1, juntou-se a Força-tarefa. Na travessia, realizou-se exercícios preparativos para a Operação e diversas fainas de reabastecimento, algumas em condições meteorológicas adversas. A partir do dia 14 de maio, com o encontro no mar com o GT sul-africano, teve inicio a Operação ATRASUR II, que se desenvolveu até 24 de maio. Foram visitado os portos de Mar del Plata (Uruguai), Simon’s Town e Capetown (África do Sul).
Entre 24 de abril e 16 de maio, participou da Operação ADEREX-I/95, que foi realizada na área marítima compreendida entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, integrando Força-Tarefa composta pelos CT Mariz e Barros – D 26, Pará – D 27, Paraíba – D 28, Paraná – D 29 e Rio Grande do Norte – D 37, Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, NO Belmonte – G 24 e o S Tupi – S 30. Foram visitados os portos de Santos (de 28/04 a 02/05) e Vitória (05 a 08/05).
Em setembro participou de exercícios da Esquadra, sob o comando do ComemCh, VA Carlos Edmundo de Lacerda Freire, do qual tomaram parte o NAeL Minas Gerais – A 11 os CT Mariz e Barros – D 26, Pará – D 27, Paraíba – D 28 e Paraná – D 29, F Niterói – F 40, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45, Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, S Humaitá – S 20 e Riachuelo – S 22, NT Marajó – G 27 e o NA Trindade – U 16. Esteve em Santos entre os dias 15 e 18.
Entre 10 e 13 de novembro, esteve em Santos-SP junto com os CT Pará – D 27, Paraíba – D 28 e Paraná – D 29, as Cv Inhaúma – V 30 e Frontin – V 33 e o NV Abrolhos – M 19.
1996
Em 4 de março, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Corvetas, criado na mesma data.
Entre 30 de agosto e 1º de setembro, esteve em Santos, junto com o CT Paraíba – D 28, a Cv Frontin – V 33, o S Riachuelo – S 22, os RbAM Almirante Guillobel – R 25 e Tridente – R 22, o NA Trindade – U 16 e o NPa Gurupá – P 46.
Em 24 de outubro, em transito de Salvador para o Rio de Janeiro, a 250 milhas de Porto Seguro-BA, prestou socorro a um tripulante enfermo do B/P “Josmaru”, de bandeira espanhola. Depois dos primeiros atendimentos, a bordo, foi removido por helicóptero para Vitória-ES.
1997
Entre 21 de setembro e 15 de novembro, participou da Operação UNITAS XXXVIII, realizada em águas argentinas, uruguaias e brasileiras. O Grupo-Tarefa brasileiro, sob o comando da 2ª Divisão da Esquadra foi formado além da Jaceguai, pelas F Independência – F 44 e União – F 45, CT Paraná – D 29, NT Marajó – G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23 e o S Tamoio – S 31. O nosso GT foi integrado a FT-138, composta também por unidades dos EUA, Argentina, Uruguai, Espanha e Canadá. Foram visitados os portos de Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Rio de Janeiro-RJ e Recife-PE.
1999
Durante a LAD/99, a Jaceguai recebeu representantes de órgãos afetos a Política de Defesa da Argentina, Itália e Namíbia em visita promovida pela ENGEPROM. Também foi visitada pelo Vice-Almirante Hans Lüssow, Inspetor da Marinha Alemã e comitiva.
Entre 29 de abril e 11 de maio, foi realizada a Operação ATLASUR IV, sendo essa a primeira edição realizada na costa brasileira. Além da Jaceguai e da F União – F 45, participaram da ATLASUR IV as Corvetas argentinas ARA Parker – F 44 e ARA Rosales – F 42, a Fragata uruguaia ROU Montevidéu – ROU 3 e pela África do Sul o Navio de Apoio Logístico SAS Drakensberg – A 301 e as Lanchas Lança-Misseis SAS Adam Kok – P 1563 e SAS Rene Sethren – P 1566.
No dia 19 d julho o navio realizou exercício de reboque com o RbAM Triunfo – R 23, em apoio ao Curso Expedito de Socorro e Salvamento do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML).
2000
Recebeu o protótipo do sistema de MAGE ET/SLR-1 “Defensor”, que foi transferido da F Defensora – F 41. Ainda nesse ano o protótipo foi transferido para a Cv Frontin – V 33.
Entre 8 e 17 de fevereiro, participou da Operação ADEREX-I/00, realizada na área compreendida entre Rio de Janeiro e Santos. Integrou o GT 802.1, formado pela 2ª Divisão da Esquadra, e que incluía também a F Defensora – F 41 (capitânia), F União – F 45, F Greenhalgh – F 46 e a Cv Jaceguai – V 31. Também participaram do exercício, prestando apoio, o S Timbira, RbAM Almirante Guillobel e o NPa Gurupi, além de aeronaves da MB e da FAB.
Em abril, participou da Operação VENBRAS 2000, formando o GT 804.4, sob o comando do 2º Esquadrão de Fragatas, junto com a F Greenhalgh – F 46 e o S Timbira – S 32. Pela Armada da Venezuela participaram a F ARV Almirante Garcia – F 26 e o NDCC ARV Esequibo – T 62, compondo o GT 804.5. Foi realizada na área marítima entre Recife-PE e Rio de Janeiro.
Em 30 de abril, participou da Parada Naval dos 500 Anos do Descobrimento do Brasil. Participaram também dessa Parada, as F Rademaker – F 49, Bosisio – F 48, Defensora – F 41, Independência – F 44 e União – F 45, CT Paraná – D 29, S Tonelero – S 21, NDCC Mattoso Maia – G 28, NOc Antares – H 40, NVe Cisne Branco – U 20 e o Navio Museu Laurindo Pitta. As unidades estrangeiras que participaram, foram NOc SAS Protea – A 324, da África do Sul; Cv ARA Spiro – P 43, da Argentina; F SMS Victoria – F 82, da Espanha; F USS Estocin – FFG 15, dos EUA; F HrMS Van Speijk – F 828, da Holanda; NE ORP Wodnik – 251, da Polônia; NE NRP Sagres – A 520, de Portugal; CT HMS Southampton – D 90 e NT RFA Grey Rover – A 269, do Reino Unido; NE ROU Capitan Miranda – 20, do Uruguai; e a F ARV Almirante José García – F 26, e o NDCC ARV Esequibo – T 62, da Venezuela.
Participou da Operação TROPICALEX/APRESTEX 00, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Natal, integrando a FT 803, formada pela 2ª Divisão da Esquadra, sob o Comando do ComemCh. Também integravam a FT 803, as F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Greenhalgh – F 46, Rademaker – F 49; NDD Rio de Janeiro – G 31; CT Paraná – D 29 e os NT Marajó – G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23. O S Timbira – S 31, navios do 1º, 2º e 3º DN e aeronaves da FAB apoiaram a Operação. Foram visitados os portos de Salvador – BA, Recife-PE, Cabedelo-PB, Natal-RN e Maceió – AL.
2001
Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000.
2003
Recebeu o segundo sistema de MAGE ET / SLR-1 Defensor.
2004
Em 31 de agosto, iniciou inspeção de segurança conduzida pela mesma equipe da CIAsA do CAAML, que havia acabado de realizar a inspeção e adestramento da guarnição da Cv N.S. LT GEN Dimo Hamaambo – C 11, da Marinha da Namíbia.
Em dezembro, realizou os testes no mar do segundo sistema de MAGE ET / SLR-1 Defensor, instalado em navio da Esquadra.
2005
Nos dias 11 e 16 de fevereiro, foi submetida a VSA pela SIPAA-ForSup (Seção de Investigação de Prevenção de Acidentes do Comando da Força de Superfície).
Entre 16 e 19 de agosto, participou da Operação Combinada MARACAJÚ IV, na Bacia de Campos, coordenada pelo COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro). Participaram elementos da 1ª BdaAAé (Guarujá-SP) e da 1ª CIA, além de aeronaves AF-1 Skyhawk, A-1A AMX, F-5E Tiger II, R-99A, KC-137, KC-130 Hercules.
Entre 20 e 28 de setembro, integrando GT com as F Defensora – F 41 (capitânia), Liberal – F 43, Independência – F 44 e Greenhalgh – F 46, o CT Pará – D 27, a Cv Inhaúma – V 30, o NT Marajó – G 27 e o S Tupi – S 30, participou da Operação MISSEX-05, quando foi afundado em alto-mar, ao largo da costa do Rio de Janeiro, o casco do ex-NTrT Soares Dutra – G 22, que depois de receber um míssil Exocet MM-40 disparado pela F Greenhalgh – F 46, disparos de canhão dos navios do GT, foi finalmente posto a pique por uma esquadrilha de caças A-1 AMX. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Em 16 de outubro, participou da Parada Naval ao longo da orla do Rio de Janeiro, como parte das comemorações dos 183 anos da criação da Esquadra brasileira, junto com a F Rademaker – F 49, Bosísio – F 48, Niterói – F 40, Defensora – F 41, Liberal – F 43 e Independência – F 44, as Cv Júlio de Noronha – V 32, Frontin – V 33, e o CT Pará – D 27, além de vários helicópteros da ForAerNav.
Entre 21 e 30 de outubro, Participou da Operação UNITAS XLVII, realizada em águas brasileiras entre o Rio de Janeiro e São Paulo, integrando a Força-Tarefa 138 sob o comando do CA Dave Costa, Comandante do 6º Esquadrão de Contratorpedeiros. Participaram também a F Rademaker – F 49 e Independência – F 44 e S Tapajó – S 33, pela MB, o CT USS Ross – DDG 71 e F USS Samuel B. Roberts – FFG 58, pela USN; a F ARA Almirante Brown – D 10, Cv ARA Robinson – P 45 e o S ARA Santa Cruz, pela ARA; a F SPS Santa Maria – F 81 e o NT SPS Marques de La Ensenada – A 11, pela Armada Espanhola e o NApLog ROU Artigas – ROU 4; pela Armada Uruguaia. Também participaram aeronaves P 95 do 1º/7º GAv e A-1 AMX do 1º/16º GAv e foram realizados exercícios de guerra eletrônica com um Invader Jack / Leajet 35, operado pela firma Flight International, sob contrato da USN. Essa aeronave simula um grande numero de perfis de voo e emissões de jatos de ataque e mísseis de cruzeiro.
Nos dia 7 e 8 de dezembro, esteve em Santos-SP, acompanhado da F Independência – F 44.
Em dezembro, participou da Operação Combinada Leão II, realizada na área entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, com unidades do Exercito e da Força Aérea, integrando uma Força-Tarefa composta também pelos NDD Ceará – G 30 e Rio de Janeiro – G 31, NDCC Mattoso Maia – G 28, NTrT Ary Parreiras – G 21, F Independência – F 44, Defensora – F 41 e Niterói – F 40, NE Brasil – U 27, RbAM Almirante Guillobel – R 25 e o NPa Gurupi – P 47, além de duas EDCG e diversas embarcações de desembarque. Participaram ainda uma UAnf do CFN e várias aeronaves da ForAerNav.
2006
Entre 16 de janeiro e 2 de fevereiro, participou da Operação ASPIRANTEX-06, sob comando do CA Sérgio Antônio da Conceição Freitas, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, e foi realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e a Bahia. Primeiro grande exercício da Esquadra no ano, foi mais uma vez realizado com o intuito de manter o aprestamento das forças navais e proporcionar treinamento no mar para aspirantes da Escola Naval e dos oficiais-alunos da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante. Também fizeram parte do Grupo-Tarefa as F Niterói – F 40, Defensora – F 41 e Rademaker – F 49; o NDD Rio de Janeiro – G 31; o NDCC Mattoso Maia – G 28; o NTrT Ary Parreiras – G 21; o NT Marajó – G 27; os S Tamoio – S 31 e Tupi – S 30; e diversas aeronaves da ForAerNav. Além dos meios da Esquadra, participaram, também, o RbAM Tridente – R 22 e o NPa Guaporé – P 45, ambos do 1º Distrito Naval, e aeronaves P-95A Bandeirulha do 4º/7º GAv e A-1 AMX do 1º/16º GAv, da Força Aérea Brasileira. Os navios estiveram nos portos de Salvador-BA, entre 20 e 24 de janeiro, e em Vitória – ES, de 27 a 30 de janeiro.
Entre 15 e 23 de março, participou da Operação ADEREX-I/06 em Grupo-Tarefa sob o comando do ComemCh, VA Álvaro Luiz Pinto e a coordenação do ComDiv2. O GT foi formado pelas F Niterói – F 40, Independência – F 44 e Bosisio – F 48, CT Pará – D 27, Cv Frontin – V 33, e o NT Marajó – G 27. Também participaram da comissão o S Tupi – S 30, como força de oposição (OPFOR), o RbAM Tridente – R 22, e aeronaves da ForAerNav e da FAB, além de um destacamento do GRUMEC. Foi visitado o porto de Vitória-ES.
Participou da Operação TROPICALEX-I/06, realizada no período de 1º de maio a 1º de junho ao longo do litoral das regiões Nordeste e Sudeste, integrando o Grupo-Tarefa 705.1 composto pelas F Bosisio – F 48, Greenhalgh – F 46, Rademaker – F 49, Niterói – F 40 e Independência – F 44; Cv Frontin – V 33; CT Pará – D 27; NT Marajó – G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23; NDD Rio de Janeiro – G 31; NDCC Mattoso Maia – G 28 e os S Tamoio – S 31 e Tapajó – S 33. A operação contou com o apoio do NSS Felinto Perry – K 11 e com a participação dos seguintes navios distritais: RbAM Tridente – R 22 e NPa Gurupi – P 47 do 1º DN; Cv Caboclo – V 19, NPa Guaratuba – P 50 e Gravataí – P 51 e NV Atalaia – M 17, Araçatuba – M 18, Abrolhos – M 19 e Albardão – M 20, do 2º DN e o RbAM Trindade – R 26 e os NPa Grajaú – P 40, Goiana – P 43 e Graúna – P 42 do 3º DN. Também participaram aeronaves da ForAerNav e da FAB. Visitou o porto de Recife-PE.
Em junho, recebeu a visita dos participantes do XXV Encontro dos Centros de Guerra Eletrônica das Forças Armadas (XXV ECGE-FFAA), realizado neste ano sob a coordenação do Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP).
Na conclusão da ADEREX-I/06, a F Independência – F 44, a Cv Jaceguaí – V 31 e o NT Marajó – G 27, se destacaram do GT para realizar um exercício PASSEX com o PH Jeanne D’Arc – R 97 e a F Georges Leygues – D 640, ao largo do Rio de Janeiro.
2007
Em setembro participou da Operação ALBACORA, que também envolveram forças do Exército e da Força Aérea sob coordenação do Ministério da Defesa. A Força-Tarefa que participou da Operação era composta pelos NDD Ceará – G 30 e Rio de Janeiro – G 31, o NDCC Mattoso Maia – G 28, o NTrT Ary Parreiras – G 21, as Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, além de unidades aeronavais e de fuzileiros navais.
2008
Retornou ao setor operativo depois de um Período de Manutenção. Entre 24 e 27 de outubro, esteve no porto de Santos – SP.
2009
No período de 8 a 31 de janeiro de 2009, participou da Operação ASPIRANTEX-09, realizada na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Fortaleza, que contou com a participação das F Niterói – F 40, Defensora – F 41 e Liberal – F 43, das Cv Inhaúma – V 30 e Jaceguai – V 31, do NDD Rio de Janeiro – G 31, do NTrT Ary Parreiras – G 21. Foram visitados os portos de Fortaleza – CE e Salvador – BA.
Nos dias 18 e 19 de março, o Esquadrão HS-1 (1° Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino), juntamente com a Corveta Jaceguai, realizou adestramento dos procedimentos para HIFR (Helicopter In-Flight Refueling) nas proximidades da Ilha de Cabo Frio. Este tipo de procedimento operativo é realizado quando há intenção de aumentar a autonomia da aeronave na cena de ação e não há voo que possibilite o pouso, sendo o abastecimento feito com a aeronave em voo nas proximidades da área de transferência do navio.
Entre 30 de março e 7 de abril, participou da Operação ADEREX-I/09, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Santos, junto com às F Liberal – F 43 (capitânia) e Bosisio – F 48; Cv Inhaúma – V 30 e Frontin – V 33, NT Almirante Gastão Motta – G 23, S Tupi – S 30 e NSS Felinto Perry – K 11, além de aeronaves do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, dos 1º e 2º Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral, do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino e do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque. Os navios formavam o GT-703.1, sob o comando do Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer. Também estavam embarcados o Contra-Almirante Ilques Barbosa Junior, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra e o Contra-Almirante Dilermando Ribeiro Lima, Chefe do Estado-Maior da Esquadra. Entre os dias 3 e 6 de abril foi visitado o porto de Santos-SP.
No inicio de junho participou das buscas aos destroços e as vitimas do acidente ocorrido com o voo AF-447 da Air France, a 1.100 km a nordeste de Natal-RN (SAR SNE 003/2009).
Participou da Operação ADEREX-II/09 que aconteceu no período de 27 de julho a 6 de agosto de 2009, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro-RJ e Vitória-ES, sob o comando do CA Ilques Barbosa Junior, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, embarcado na Fragata Defensora. Integrou o Grupo-Tarefa 707.1, constituído pelas F Defensora – F 41 e Bosísio – F 48, as Cv Jaceguai – V 31 e Frontin – V 33 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23. Da operação ainda participaram os S Tamoio – S 31 e Timbira – S 32, o NPa Gurupá – P 46, o RbAM Tridente – R 22, embarcações da CPRJ e da CPES, helicópteros UH- 12/13 Esquilo, AH-11A Super Lynx, UH-14 Super Puma e SH-3A Sea King, além de aviões de interceptação e ataque AF-1 Skyhawk, mergulhadores de combate, assim como aviões de patrulha P-95 e de ataque AMX – A1 da Força Aérea Brasileira (FAB). Também participou o N/T “Nilza” da TRANSPETRO durante o exercício contra ameaças assimétricas com a participação do GruMEC e foi realizado exercício de tiro antiaéreo sobre Drone em proveito da Avaliação Operacional da Fragata Defensora. Foi visitado o porto de Vitória entre os dias 1º e 4 de agosto.
No dia 31 de julho, participou com as F Defensora – F 41 e Bosísio – F 48, a Cv Frontin – V 33 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23, outros meios da Esquadra e da DHN, de um Desfile Naval alusivo à chegada ao Rio de Janeiro do NDCC Almirante Sabóia – G 25, incorporado à Esquadra no dia 6 de agosto.
Em 22 de setembro, suspendeu do Rio de Janeiro junto com a F Independência – F 44, a Cv Frontin – V 33, NDD Rio de Janeiro – G 31 e o S Timbira – S 32 para participar da Operação FRATERNO XXVIII. Entre 26 e 29 de setembro esteve no porto de Rio Grande.
A FRATERNO XXVIII, era programada para ser desenvolvida até o dia 21 de outubro, mas foi suspensa na ultima hora, quando o governo argentino cancelou a participação da ARA. Os nossos navios voltaram para sua sede, escalando em Santos entre 2 e 4 de outubro. Foram realizados exercícios no transito de ida e volta com os NPa Guajará – P 44 e Babitonga – P 63, o RbAM Tritão – R 21.
2010
Nos dias 9 e 10 de janeiro, na área marítima entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, participou da Operação Villegagnon 2010 com os navios da Marinha Francesa. Além da Jaceguai, pelo lado brasileiro, também integravam o Grupo-Tarefa 701.2 da 2ª Divisão da Esquadra sob o comando do CA Ilques Barbosa Junior, a F Liberal – F 43 e o NT Almirante Gastão Motta – G 23 e aeronaves da ForAerNav.
Pela Marine Nationale participaram o Navio-Escola Jeanne d’Arc – R 97 e a Fragata Courbet – F 712. Essa foi a 44ª e ultima VIGM do Jeanne d’Arc antes de sua baixa do serviço na Marine Nationale. Participou da Operação ASPIRANTEX-10.
Na manhã de 4 de março, participou junto com as F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44, NHi Antares – H 40, NT Almirante Gastão Motta – G 23, RbAM Alte Guilhobel – R 25 e os S Timbira – S 32, Tapajó – S 33 e Tikuna – S 34, de uma Parada Naval no Rio de Janeiro, por ocasião da despedida do serviço ativo na Marinha do VA Álvaro Luiz Pinto (CEMA) e que contou com a presença do VA Eduardo Monteiro Lopes (ComemCh), ambos a bordo da F Liberal.
Entre 19 e 22 de março esteve em Santos-SP. Participou da Operação FRATERNO XXVIII realizada entre 27 de maio e 6 de junho na área marítima entre Buenos Aires e Rio Grande.
O GT brasileiro foi comandado pelo CA Luiz Henrique Caroli, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra e o GT argentino pelo CN Fernando Luis Beccaria. O GT brasileiro na operação foi composto pela Constituição – F 42 (capitanêa), Jaceguai – V 31 e os helicópteros Super Lynx (AH-11A) e Esquilo (UH-12/13). Além destes meios, o S Tikuna – S 34, o NPa Benevente – P 61 e o RbAM Tritão – R 21, estes dois últimos do Comando do 5° Distrito Naval, apoiaram os exercícios.
O GT argentino foi composto pelos ARA Sarandi – D 13, ARA Robinson – F 45 e ARA Patagônia – B 1, mais um helicóptero Fennec (AS-555) e um Alouette (AI-03). A Força Aérea Brasileira (FAB) participou da operação empregando uma aeronave Bandeirante para patrulha marítima (P-95B) e dois caças táticos de defesa aérea e ataque ao solo (F-5). Os dois GTs estiveram em Rio Grande de 3 a 6 de junho.
Tomou parte na Operação ADEREX-II/2010 que foi realizada no período de 16 a 25 de novembro na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Santos. O Grupo-Tarefa foi constituído pelas F Niterói – F 40, Constituição – F 42, Independência – F 44 e Bosisio – F 48; Cv Jaceguai – V 31 e Frontin – V 33; NT Almirante Gastão Motta – G 23; NDD Rio de Janeiro – G 31; e NDCC Almirante Sabóia – G 25. Participaram, ainda, os S Tamoio – S 31 e Timbira – S 32; embarcações das Capitanias dos Portos do Rio de Janeiro e de São Paulo; helicópteros UH-12/13 Esquilo, AH-11A Super Lynx e SH-3 A/B Sea King; aviões de interceptação e ataque AF-1 Skyhawk; além de aviões de patrulha P-95 Bandeirulha e de ataque A-29 Super Tucano, da Força Aérea Brasileira (FAB). Foi visitado o porto de Santos entre os dias 19 e 22 de novembro.
2011
Entre 25 e 28 de fevereiro, esteve em Santos-SP.
Entre 30 de abril e 2 de maio, esteve em Santos-SP. Na manhã do dia 2 demandando o canal de saída do Porto de Santos o navio teve problemas técnicos e voltou a atracar, suspendendo novamente por volta das 20:00hs.
Esteve em Santos de 12 a 14 de agosto (domingo), quando suspendeu, ainda no período da manhã.
2019
A Marinha do Brasil resolveu dar baixa da corveta V31 “Jaceguai”, no último dia 10 de outubro daquele ano.
24/06/2021
O 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) participou, no período de 20 a 26 de junho, da Comissão Missilex II, na qual foi lançado o Míssil Ar-superfície AGM-119 Penguin com cabeça de combate.
O evento ocorreu no dia 24 de junho, quando a aeronave SH-16 Seahawk (N-3033) foi armada a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia” pelas Praças da Divisão de Armamento do EsqdHS-1. Após o lançamento em um voo de 1:40min, o míssil atingiu a alheta de boreste do casco da ex-Corveta Jaceguai, navio alvo, que foi a pique 7 minutos após o impacto.



