Nas proximidades da cidade de Tanguá, distante 70Km ao norte da Capital do Rio de Janeiro, há uma antiga pedreira onde no passado, uma empresa realizava a exploração de um mineral denominado Fluorita, utilizado na produção do aço.
A pedreira foi desativada e começou a minar uma água clara com coloração esverdeada, e passou a ser chamada de “Lagoa Azul” pelos moradores da região, que frequentemente invadem o local para utilizar o lago como piscina natural, devido a transparência da água.
Por se tratar de uma área particular, infelizmente a visitação é proibida.
Pelas imagens de satélite, acreditamos que a pedreira deve possuir entre 20 e 30m de profundidade.
Localização: 22° 43,492′ S / 42° 44,525′ W
Mergulho contínuo seria arriscado
No dia 08 de setembro de 2019, o programa Domingo Espetacular da Record, veiculou uma matéria sobre a Lagoa Azul confirmando as informações mencionada por nós acima, porém, eles foram adiante e realizaram testes com a água do local.
Os resultaram indicaram a presença de alumínio e manganês acima do permitido, sendo o alumínio 10x acima e o manganês 20x. Ainda segundo a matéria, o contato contínuo com essa água pode gerar problemas nos ossos ao longo do tempo.
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