Atualmente as redes sociais ganharam espaço e se tornaram essa febre que todos já conhecem, e com isso, muitos empresários passaram acreditar que essas ferramentas são a melhor mídia para atrair mais clientes. Será ?
Segundo uma fonte próxima e que trabalha em uma das maiores empresas de redes sociais do mercado, cada post feito por um usuário alcança menos de 10% da sua lista de amigos ou pessoas em uma página ou grupo, e somente se houver uma interação entre quem posta e os conectados, haverá mais chances dessas pessoas acabarem lendo o que você publicou. Quem não leu, é porque simplesmente o sistema da rede social não exibiu seu post.
Um aspecto que daria mais peso e consequentemente, atrai mais leitores, é a assiduidade de postagens e a relevância do conteúdo publicado em si, mas nem tudo são flores.
Segundo duas fontes, ao pagar pela ampliação da abrangência de pessoas que verão seu post, você automaticamente entra para a lista de “pagantes” da rede social, e uma vez que você pagou pela ampliação de visualização de posts e curtidas, nunca mais você terá a mesma visibilidade se não pagar novamente.
Falsas Curtidas
Em uma reportagem publicada pela Revista Superinteressante, o autor da matéria criou duas páginas, sendo que uma delas, não dizia coisa com coisa, e a outra, citava apenas o nome do autor ao contrário, e acreditem, as páginas receberam várias curtidas.
O autor indagou as pessoas porque estavam curtindo essas páginas e simplesmente as pessoas diziam coisas truncadas e dando o entender que seriam “robôs” (o próprio sistema simulando uma pessoa) ou simplesmente, informando que havia achado interessante a página e não respondiam mais nada depois.
Resumindo, o autor acabou comprovando que havia robôs ou pessoas curtindo coisas sem nem prestar atenção no que estavam vendo.
A matéria é bem interessante e pode ser lida nesse link.
Conclusão
O objetivo desses post é mostrar que você deve tomar cuidado com a publicidade paga em sites de redes sociais e em sites de buscas, pois há muita coisa por trás desses sistemas e que não sabemos exatamente como a coisa funciona.
Tudo indica que existe o sistema atua para arrecadar mais, porém, ele não lhe trará um resultado satisfatório.

Clecio Mayrink
Engenheiro de sistemas nascido no Rio de Janeiro, ingressou no mergulho em apneia em 1983 e autônomo em 1986 pela CMAS, participando da primeira turma da PADI no Rio de Janeiro em 1990. É mergulhador Técnico Trimix, Technical Cave Diver, Advanced Cave Sidemount / No Mount, possuindo mais de 40 anos de experiência em mergulho, imagens subaquáticas e pesquisador de naufrágios, sendo uma referência no país.
Ex-juiz da AIDA International, foi membro da expedição de mapeamento da caverna na Lagoa Misteriosa em Bonito-MS no ano de 2008, é o idealizador do Brasil Mergulho criado em 1998 (MTB 0081769-SP) e um dos responsáveis pelo tema Mergulho no 1° Atlas dos Esportes do Ministério dos Esportes no país.
Também atuou na produção de matérias e documentários no Brasil e no exterior, prestando consultoria para mídia em geral, órgãos públicos, entidades militares e internacionais, como a ONU e UNESCO.



