Durante uma pesquisa com um ROV no Golfo do México, pesquisadores se depararam com uma criatura um tanto estranha, parecendo um extraterrestre dos filmes de ficção científica.
Em grande parte desconhecida, esta lula bigfin (magnapinna sp.) foi acabou sendo descoberta ao noroeste do Golfo do México.
Atualmente há cinco espécies conhecidas de lulas bigfin, que são classificadas na família dos cefalópodes Magnapinnidae.
Esses habitantes do fundo do mar possuem braços extremamente longos em um ângulo de 90° do lado do corpo.
As lulas Bigfin do gênero Magnapinna estão entre as criaturas mais etéreas do fundo do mar e têm uma morfologia distinta. Embora pouco se saiba sobre esses animais, pois poucos foram capturados, e graças ao aumento do uso de veículos operados remotamente (ROV) e submersíveis na última década, agora há mais imagens delas.
Elas são incomuns porque têm até 90% do comprimento do corpo e seus braços e tentáculos são extremamente longos (cerca de 4 a 8m).
A lula geralmente segura alguns dos braços em um ângulo de 90° do lado do corpo.
Ainda não se sabe como esses animais se alimentam e cientistas especularam que eles arrastam seus braços e tentáculos ao longo do fundo do mar e pegam organismos do fundo, ou podem simplesmente usar uma técnica de captura, esperando passivamente que presas como o zooplâncton esbarrem em seus braços.

Vídeo de um espécime flagrado em 2007
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