Um dos grandes pioneiros do mergulho no Brasil, foi o saudoso Arduino Colassanti, um italiano que veio para o Brasil, foi ator de cinema, se relacionou com Leila Diniz e Sônia Braga.
No passado, era praticante de caça-submarina, ganhando vários campeonatos representando o Brasil, vindo a falecer alguns anos atrás.
Por ocasião do mundial de caça submarina no Rio de Janeiro em 1963, o Arduino chegou a ir numa ocasião até a Bahia em companhia do mergulhador Cláudio Rippa, para realizar caça-submarina e fazer algumas fotos subaquáticas.
Durante a viagem e os mergulhos, Arduino Colassanti acabou arpoando um grande mero, e para sua infelicidade, o arpão atingiu uma área do animal e não o deixou paralisado ou com ferimentos sérios.
Arduino chegou a comentar o insucesso com seus companheiros.
O tempo passou, na verdade, sete anos depois, um pescador da Bahia acabou capturando um mero com sua sua rede de pesca e encontrou a ponteira de um arpão no animal. Na ponteira havia a gravação “Arduino”.
Ele fotografou e tempos depois, acabou enviando a foto para um dos filhos do Arduino comentando sobre o fato.
O mero sobreviveu ao tiro de arpão do Arduino, ficando sete anos com a ponteira do arpão do caçador.
É importante ressaltar, que naquela época (1963 – 1970) a pesca de meros era liberada, não havendo qualquer proibição para a atividade em questão.
Anos depois Arduino passou a ministrar cursos de mergulho no Rio de Janeiro, sendo considerado um dos pioneiros do mergulho no Brasil.
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