Data: Janeiro de 1894
GPS:
Localização: Baía de Todos os Santos – Salvador
Profundidade (m):
Visibilidade (m):
Motivo:
Estado: Desmantelado
Carga: Material bélico
Tipo: Navio de guerra à vapor
Nacionalidade: Brasil
Dimensões (m): 39.65 / 3.84
Deslocamento (t):
Armador: Marinha do Brasil
Estaleiro:
Propulsão: Alcançava os 10 nós
Fabricação:
Notas: Primeiro navio da Marinha do Brasil a ostentar o nome Piratini, homenageia pequena cidade do Rio Grande do Sul, célebre durante a “Guerra dos Farrapos” (1835-1845) por terem ali proclamado a República a a Independência daquela, então, província, em 6 de novembro de 1836.
Dificilmente operava com mar revolto, e navegava semi-submersa, isto é, ao aproximar-se do inimigo afundava, mantendo acima do nível do mar apenas 45cm de obras mortas.
Era armada com dois canhões de tiro rápido, um à proa e outro à popa, e com um canhão de aço com 10m de comprimento que ficava 2/3 abaixo da linha d’água, e disparava projéteis de 150Kg usando dinamite como explosivo. Tinha o projétil, 8,23m de comprimento e 253mm de diâmetro, pesando 766kg e alcance de 200m. Era na realidade um torpedo com propulsão de canhão.
Fez parte da Segunda Divisão da Esquadra Legal, sob o comando do 1º Tenente Alexandre Batista Franco.
Nunca entrou em combate e seu precário estado não a deixou passar de Salvador, BA, onde naufragou em janeiro de 1894 no interior da Baía de Todos os Santos.
Em julho de 1898 foi mandado o Cruzador-Torpedeiro Timbira destruir-lhe o casco.



