A Secretaria Estadual de Turismo (SETUR) resolveu afundar um ferry boat próximo à região do Corredor da Vitória, com intuito de incentivar o turismo de mergulho.
Para que isso aconteça, todas os objetos que ofereçam risco aos mergulhadores e ao meio ambiente, serão removidos da embarcação.
O ferry boat envolvido é o Agenor Gordilho, que realizava a travessia Salvador-Itaparica durante 45 anos, chegando a levar até 305 passageiros e 32 veículos em cada viagem. A embarcação está parada desde o final de 2017 ao custo mensal de R$ 10 mil mensais pela docagem.
Essa medida é realizada em diversos destinos do país e contribui para o turismo de mergulho. Este será o primeiro naufrágio artificial do Estado.
Quem também gostou e aprovou a iniciativa foi Roberto Duran, presidente da associação que fomenta o turismo da Bahia, a Salvador Destination, e já havia solicitado ao governo, o afundamento de outras embarcações para o turismo.
Uma empresa foi contratada pela SETUR para realizar os estudos necessários com a localizações mais indicadas a o afundamento da embarcação e possíveis impactos ambientais.
O afundamento deste e de outras duas embarcações a serem realizadas na Baía de Todos-os-Santos custará cerca de R$ 410 mil.
Segundo instrutor, o afundamento está previsto para o próximo mês de maio.
Ouça abaixo o Igor Carneiro da operadora Shark Dive, que é um dos responsáveis pelo projeto e comenta como está o andamento do afundamento:
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