Nome Anterior: Piranha
Data: 1990>
GPS: 23° 27,286′ S / 45° 2,980′ W
Localização: Ubatuba
Profundidade (m): 0 – 3
Visibilidade (m): 0 – 3
Motivo: Vazamento
Estado: Semi-desmantelado
Carga: Passageiros
Tipo: Ex-caça minas da Marinha do Brasil
Nacionalidade: Brasil
Dimensões (m): 38.86 / 6.40
Deslocamento (t):
Armador: Sr. Jeannis Michail Platon
Estaleiro: Organização Henrique Lage, na Ilha de Viana, no Rio de Janeiro.
Propulsão: Motor à diesel
Fabricação: 21/02/1947
Notas: Foi vendido em 1993. Anos depois atuou na recuperação de artefatos e carga do naufrágio Príncipe de Astúrias.
Relato de Jeannis Michail Platon – Ex-proprietário do Hipocampo
O Hipocampo foi incorporado à Marinha brasileira, sob o comando do Tenente Ivã Burgos Feitosa. Em 1963 o colocaram na Força de Minagem e Brasão Classe Piranha, tornando-se o Caça-Minas Piranha.
O Sr. Jeannis Michail Platon na década de 1980, trabalhando com turismo na empresa Mykonos, comprou o navio caça minas da Marinha e o transformou em navio de mergulho, passando a ser chamar: Hipocampo.
Essa embarcação atuou exclusivamente com escolas de mergulho fazendo viagens em sua maioria, ao Arquipélago de Alcatrazes, durante 9 anos (1985 à 1994), formando aproximadamente 3.500 mergulhadores com batismo de checkout.
Foi uma época muito próspera para o turismo náutico pois o local sempre foi de águas muito boas para o esporte. Havia na época uma espera entre 6 e 8 meses, pois sempre havia lotação máxima (60 a 80 pessoas).
Quando a Marinha fechou o arquipélago na década de 90 para seus exercícios de tiro, ele foi obrigado a vender a embarcação, pois nem o mergulho contemplativo era mais permitido, não havendo mais condições de mantê-la operando.



