O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) havia determinado a Superintendência do Porto de Itajaí a execução de uma pesquisa arqueológica subaquática no local onde naufragou o navio Pallas.

O navio participou da Revolta da Armada no fim do século 19 e acabou encalhando no Rio Itajaí-Açu em 1893, há 126 anos.

O naufrágio foi encontrado durante as obras dos portos de Itajaí e Navegantes e, em 2018 o Porto de Itajaí concluiu um estudo encomendado pela Univali, feito realizado por arqueólogos e mergulhadores, que fizeram uma pesquisa histórica sobre o navio.

Após uma análise, chegaram à conclusão que o naufrágio está muito degradado, ficando impraticável tentar recuperá-lo, além do alto custo, mas ainda assim, o IPHAN entende que é preciso tentar recuperar o que for possível em artefatos do naufrágio, o que possivelmente deverá ser feito pela Marinha do Brasil e sem prazo para terminar.

A remoção do navio Pallas será necessária para dar espaço à segunda fase das obras no porto, totalizando um gasto aproximado de R$ 200 milhões ao governo federal.

Por:

Redação

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