Quase 10 mil litros de óleo diesel atingiram o mar de Santos-SP durante o desmonte de uma barcaça em um estaleiro às margens do Canal do Estuário, no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O IBAMA precisou acionar o plano de emergência no cais e isolou a área. Informações preliminares apuradas pela autoridade ambiental indicam que o incidente ocorreu na manhã do último sábado. A barcaça Copacabana era desmontada para ser vendida como sucata.
Durante os trabalhos, uma tubulação com óleo foi perfurada.
Uma empresa especializada na contenção de derramamento de produtos no mar instalou boias de contenção ainda no sábado.
“O vazamento está contido. Em 48 horas, o responsável pelo estaleiro deve retirar o óleo residual de bordo e o que atingiu o mar por meio de caminhões. Estamos monitorando a área por meio de imagens de um drone”, explicou Ana Angélica, agente ambiental.
Até o início da tarde deste domingo, não foi constatada mortandade de peixes. Moradores próximos não precisaram deixar as casas. Além das autoridades ambiental e portuária, a Polícia Militar Ambiental e o Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) monitoram a região. Ninguém ficou ferido no incidente.
Um perigo no Porto de Santos
O Porto de Santos possui outras “bombas” que podem virar novas catástrofes a qualquer momento, pois inúmeros navios estão parados no porto em razão da burocracia da justiça brasileira. Navios deixados para trás pela falta de pagamento de impostos e processos tramitando há anos na justiça sem dar uma destinação aos navios.
Um deles é o navio Professor W. Besnard, cedido pela USP a Prefeitura de Ilhabela para a criação de um recife artificial, e que até o momento, não se têm uma data para o afundamento da mesma.
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